sexta-feira, 31 de outubro de 2014

A ADPARAÚ e Secretaria Municipal de Saúde de Paraú, realizou um dia especial, finalizando o "OUTUBRO ROSA"


Pastor Domingos, presidente da ADPARAÚ



Rogério Peixoto, secretário de saúde de Paraú



















Fotos "Click Vip"

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Pastor Domingos
ADPARAÚ


" O Justo Viverá pela Fé" - Dia da Reforma Protestante.







►SÓ A FÉ
Ao contrário do pregado pela Igreja Católica da Idade Média, para alguém ser aceito por Deus e com isso desfrutar da Salvação, ele precisa apenas ter FÉ EM JESUS CRISTO COMO SENHOR E SALVADOR e aplicar essa fé à sua vida, o que engloba suas obras e seus pensamentos. Não precisa, nem é possível, PAGAR POR NADA, seja uma paga em dinheiro OU UMA PAGA COM MÉRITOS.

►SÓ A ESCRITURA
A BÍBLIA É A PALAVRA INERRANTE DE DEUS. Só a bíblia é baliza para a vida do homem e só ela é o "GPS" que aponta o caminho para a salvação e a uma vida em abundância já neste mundo.
Ninguém tem autoridade para questionar a bíblia. Pelo contrário, ela é o crivo e o meio de aferição das ações e pensamentos humanos.

► SÓ CRISTO
Entendemos que SÓ CRISTO é o interlocutor entre Deus e homens. Só ele é caminho ao Eterno Criador. Deus colocou Jesus como ÚNICA PORTA DE SALVAÇÃO. Não só Porta, mas A PRÓPRIA SALVAÇÃO. Em Jesus a necessidade da paga pelos pecados é contemplada. JESUS MORREU PELOS NOSSOS PECADOS E SÓ QUANDO ENTREGAMOS NOSSA VIDA A ELE É QUE TEMOS O PERDÃO DESSES PECADOS.

►SÓ A GRAÇA
Entendemos que a SALVAÇÃO É UM PRESENTE QUE DEUS OFERTA A HUMANIDADE. Ninguém teria acesso a ela se Deus não a ofertasse. Deus em sua INFINITA BONDADE E AMOR nos presenteou com a possibilidade de SALVAÇÃO EM CRISTO, como já descrito antes.

► SÓ A DEUS, GLÓRIA
SÓ A DEUS TODA GLÓRIA, ADORAÇÃO, DEDICAÇÃO, VENERAÇÃO... Cremos que O Deus Eterno, A Santa Trindade, são o único digno de adoração dos homens. Tudo o que ocorre por Deus, em Deus e para exaltação do nome de Deus.




Extraído de pesquisa INTERNET
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Pastor Domingos
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Subsídio ESCOLA DOMINICAL LIÇÃO 05 CPAD - "Deus abomina a soberba"


Comentário sobre a lição 5 da revista Lições Bíblicasda CPAD (4o. trimestre de 2014): Integridade Moral e Espiritual
por: Carla Ribas

Introdução: O que é a soberba?

O primeiro passo para a compreensão dessa lição é pesquisar sobre o significado de 
soberba. Segundo oDicionário Aurélio, esse termo designa: orgulho, altivez, elevação, arrogância, sobrançaria. Assistindo ao Portal EBD, aprendemos a raiz da palavra citada: supérbiaqualidade de algo que se acha superior. A definição de soberba também aplica-se quando a pessoa acha que é a fonte dos seus próprios bens materiais e espirituais. Quanto à abominação, vale ressaltar o seu significado: repulsa”, asco.

O professor Dr. Caramuru Francisco faz um link com Thiago 1.17, onde lemos que tudo vem do Senhor, e também com Isaías 14, onde Satanás, antes um querubim ungido, se ensoberbeceu a ponto de almejar e tentar ser 
semelhante ao Altíssimo”. Mas o exemplo da sua queda e condenação ao fogo eterno demonstram que o juízo de Deus é severo. 

Um comentário que chama a atenção é que o período de 12 meses entre o sonho de Nabucodonosor e seu cumprimento foi a chance dada por Deus para que o rei se arrependesse dos seus pecados. Esse tempo que Deus deu a Nabucodonosor é uma figura da Dispensarão da Graça, o período de tempo em que a humanidade está vivendo. É o que Jesus, citando o profeta Isaías, chama de 
ano aceitável do Senhor.

Em Lucas 4. 18, lemos que Jesus entra na sinagoga, recebe o livro do profeta Isaías e lê a passagem correspondente ao capítulo 
61O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor” (ARA). O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor” (NVI).

Então, Jesus fechou o livro (rolo), pois estamos no 
ano aceitável do Senhor, no tempo que Deus nos deu para confessarmos e deixarmos os nossos pecados e usar de misericórdia para com os povos. Assim como ocorreu com Nabucodonosor, o juízo de Deus virá sobre a humanidade; a chance de arrependimento está sendo oferecida.

O livro de Daniel

O quarto capítulo de Daniel tem sito descrito como o documento governamental mais marcante dos tempos antigos. Iniciando com a inscrição Nabucodonosor, rei, esse documento falava com autoridade imperial a todos os povos, nações e línguas. Sem expressar vergonha ou apresentar desculpas, essa proclamação exaltava a Deus, o Altíssimo.

Poucos líderes mundiais em qualquer época têm sobrepujado Nabucodonosor em dar glória a Deus ou em expressar de forma correta seu sublime caráter. Esse capítulo bem poderia ser chamado de Teodicéia do Imperador, uma vindicação sublime dos julgamentos de Deus e sua justiça. Como são grandes os seus sinais, como são poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino eterno; o seu domínio dura de geração em geração (3, NVI)

O período em que se deu o sonho

Não há indicação clara acerca do período no reinado de Nabucodonosor em que essa experiência humilde e esclarecedora veio a ele. Keil sugere que ela ocorreu “no período final do seu reinado, depois de ter participado de muitas guerras para a fundação e estabelecimento do seu império mundial, mas também, após concluir a maior parte das suas construções esplêndidas
”. Segundo a Septuaginta, os acontecimentos descritos datam do décimo oitavo ano do reinado de Nabucodonosor.

O sonho e seu cumprimento

O rei reconheceu que o espírito dos santos deuses estava em Daniel. A nota de rodapé da Bíblia HCSB (em inglês) reflete o fato de que Nabucodonosor persistiu em acreditar na pluralidade dos deuses. Porém, tendo sido repreendido (3.24-30) e sabendo que somente Deus poderia revelar o que estava escondido (2.47), é possível corrigir a frase alternativamente para: 
o espírito do Santo Deus está nele”.

Durante todo o capítulo, Daniel é mais frequentemente chamado por seu nome Beltesazar, pois essa é uma escrita sob a perspectiva do rei babilônico, não do exílio hebreu. O sonho do rei foi sobre uma árvore cujo topo encostava no céu. Encontramos uma expressão semelhante em Gênesis 11.4 para a torre da Babilônia, cujo topo deveria chegar aos céus. O tronco e as raízes poupados indicava a continuação da vida, o ferro e o bronze apontam para a proteção do tronco. A árvore representa o homem (o rei) pois o anjo declarou que a sua mente humana seria trocada pela de um animal durante sete tempos ou sete anos.

Mas, no meio desse presságio chocante de julgamento, que para o rei deve ter soado mais terrível do que a morte, veio a garantia da infinita fidelidade e misericórdia de Deus. Embora a árvore fosse cortada, o tronco foi deixado para reviver e crescer novamente. Além disso foi cercado de cadeias de ferro e bronze, um símbolo da firmeza e constância da promessa de Deus de sobrevivência e restauração.

Como servo fiel do rei, Daniel ficou alarmado com a severa disciplina que sobreviria ao rei. A arvore representava o rei Nabucodonosor, que seria acometido de uma doença mental que o faria viver na natureza, com os animais selvagens (ou do campo) durante sete anos até que se arrependesse do seu orgulho e reconhecesse que 
o Altíssimo domina sobre todos os reinos dos homens e os dá a quem ele quer”.

Esse é o único versículo em todo o AT em que 
Céus” é usado como um eufemismo para Deus. Daniel advertiu para que o rei se arrependesse (fazer o que era certo) na esperança de que isso evitaria a disciplina de Deus. Nabucodonosor não possuía menos do que três palácios na cidade da Babilônia. Ele estava andando no terraço de um deles quando ficou maravilhado com a glória da cidade e consumido pelo orgulho.

Ao exclamar “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu (“eu eu mesmo”) construí […] com meu enorme poder e para a glória da minha majestade?
”, Nabucodonosor enfatizou a si próprio como a fonte da majestade. Ele pecou ao não dar o crédito e a glória a Deus como soberano Doador de todas as boas dádivas. Muitos anos mais tarde, o apóstolo Paulo repreendeu os coríntios fazendo a seguinte pergunta: “O que você tem que não tenha recebido?” (1 Co 4.7). Ao retardar a sentença de Nabucodonosor em um ano (v. 28), Deus o disciplinou no mesmo instante em que ele se deixou consumir pelo orgulho, enquanto as palavras ainda estavam nos seus lábios”.

Nabucodonosor pode ter sofrido de licantropia, uma psicopatologia: forma de loucura através da qual um indivíduo pensa ter se transformado em lobo ou em outro animal selvagem, e não tira completamente de suas vítimas a habilidade de raciocínio ou compreensão do que está acontecendo com elas. Dessa forma, é possível que o rei tenha percebido que seu próprio orgulho fora a causa da sua insanidade.

O rei se arrependeu do seu orgulho e reconheceu o Deus Altíssimo. Sua sanidade voltou instantaneamente, um sinal de que Deus havia suspendido a sentença. Como um epílogo à narrativa, Nabucodonosor glorificou a Deus, usando palavras que descrevem sua conscientização de que o domínio de Deus é eterno e também resume apropriadamente o tema do livro de Daniel: 


Agora eu, Nabucodonosor, louvo e exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos. E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância.
Daniel 4.37

Carla Ribas

Referências

- Comentário Bíblico Beacon, Vol. 4, CPAD
- HCSB Bible
- FRANCISCO, 
Caramuru Afonso. Portal de Escola Dominical.
- O AT Comentado Versículo por Versículo. Editora Hagnos e CPAD
- Portal www.vivabonsmomentos.com



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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Assembleia de Deus em Caicó/RN, realizará mais um Congresso de Mocidade!!!


Com o tema: " Jovens que Clamam por Avivamento " o Pr. Isaac Dias faz mais um investimento, para consolidar a firmeza na fé dos jovens assembleianos. Trata-se do 19º Congresso de Mocidade, que acontecerá de 30/10 à 02/11 de 2014.

TODOS SÃO BEM VINDOS
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Pastor Domingos
ADPARAÚ

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Pastor Diomedes partiu para a eternidade nesta Segunda feira (27)

Pastor Diomedes e Pastor Domingos da ADPARAÚ

DIA DE LUTO
DIOMEDES PEREIRA JÁCOME, natural de Mossoró, nascido a 3 de outubro de 1924, filho de Cícero Pereira Xaxá e Maria Pereira Jácome. Em 1947, ainda jovem casou-se com Alvanir Freire Pereira. Dessa união conjugal resultou o nascimento de oito filhos. É considerado um modelo patriarcal na História da Assembleia de Deus no Brasil, atuando mais especificamente em Mossoró, cidade onde serviu com muita alegria, como 1º vice-presidente, sem se deixar abater, pelo o peso dos seus 90 anos.
O corpo está sendo velado no Templo Sede da ADMOSSORÓ 
e o sepultamento vai ser hoje as 17:00h.

Apresento em nome da minha família e da ADPARAÚ, os mais sinceros votos de consolações para toda família enlutada.

sábado, 25 de outubro de 2014

Subsídio Escola Dominical - Lição 04 CPAD - A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA



A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA
Texto Áureo Dn. 3.17 – Leitura Bíblica Dn. 3.1-14


INTRODUÇÃO
No capítulo 3 de Daniel nos voltaremos para a instituição da religião humana. Veremos que Nabucodonosor decidiu construir uma imagem e que essa deveria ser adorada. No entanto, os servos de Deus, em obediência a Sua palavra, decidiram ser fiéis ao Senhor, e não se prostraram diante dela. Além de ressaltar a fidelidade de Ananias, Mizael e Azarias, destacaremos a providência divina, quando os jovens foram lançados na fornalha de fogo, para serem mortos.

1. A RELIGIÃO DE NABUCODONOSOR
Em Dn. 3, Nabucodonosor, em sua embriaguez pelo poder, constrói uma estátua. Ele pensava ser um deus, não se contentou em ser apenas humano. Esse é o princípio do pecado, tanto Lúcifer (Is. 14.14) quanto Adão e Eva quiseram ser iguais a Deus (Gn. 3.5).  A famigerada fome pelo poder tem levado alguns líderes a atitudes insanas. Alimentados pela bajulação, até mesmo os líderes evangélicos tem caído nesse pecado. Ainda bem que existem aqueles que não se dobram diante desse servilismo. Os cultos às celebridades evangélicas estão causando estragos às igrejas. Há aqueles que se negam a cultuar o ser humano, dando-lhe a glória que somente pertence a Deus. A religião de Nabucodosor se destaca pelo totalitarismo, apenas a sua palavra é final, com ninguém se aconselha. A consciência dos seus súditos é controlada a fim de manter sua opressão. Esse tipo de liderança é perigosa, porque escraviza as pessoas, e as coisifica (Dn. 3.7,8). Esse tipo de religião não vê pessoas, apenas súditos a serem usados, que podem ser descartados. Muitas pessoas estão sofrendo, algumas delas fazendo tratamento médico, por causa de feridas causadas em nome de Deus. Uma marca dessa religiosidade babilônica é a intriga, o pouco caso em relação aos outros. Existem inclusive aqueles que trabalham para denunciar aqueles que não se dobram diante do autoritarismo. A inveja é a principal moeda nessas religiões neuróticas e adoecedoras (Dn. 3.12). Os vassalos do rei denunciaram os jovens servos de Deus, a fim de tirar proveito daquela condição. A fidelidade a Deus, no entanto, deve ser  inegociável, ainda que venhamos a perder privilégios. Mais importante que está no auge é se encontrar no centro da vontade de Deus (Rm. 12.1,2). Nem sempre a maioria tem razão, a verdade está na Palavra de Deus, essa é a voz de Deus. A religião de Nabucodonosor é farisaica, e foi denunciada por Jesus, por causa do culto ao exterior, em detrimento do interior (Mt. 23).

2. A FIDELIDADE DOS SERVOS DE DEUS
Como testemunhas de Deus, devemos nos posicionar, mesmo diante de ameaças (Dn. 3.15). Há crentes que têm medo de perseguições, por isso buscam conveniências, às vezes fazendo concessões. A igreja não deixa de crescer durante a perseguição, muito pelo contrário, temos testemunhos de fidelidade justamente em tempos adversos. Devemos orar pela paz, e buscar viver bem em sociedade, mas é preciso ter cuidado, para não transformar a comodidade em comodismo. A defesa da nossa fé não precisa ser odiosa, devemos demonstrar mansidão (I Pe. 3.15), e amor, até mesmo aos inimigos (Mt. 5.44-48). A igreja de Jesus Cristo está susceptível às perseguições (II Tm. 3.12). Ainda que no futuro leis sejam aprovadas, contrárias aos fundamentos da fé cristã, não assumiremos os valores defendidos e praticados pelo mundo (I Jo. 5.19). As consequências poderão ser desafiadoras, mas devemos permanecer firmes, como fizeram os jovens na Babilônia (Dn. 3.17,18). Os cristãos continuarão a viver a partir dos princípios divinos, independentemente das circunstâncias. A morte não deve ser motivo de temor, pior que a morte é um cristianismo medíocre, que não se compromete com a verdade divina (Mt. 10.28). Nesses dias que antecedem ao pleito eleitoral, tenhamos cuidados para não nos dobrarmos diante de ideologias humanas. Também sejamos cautelosos para não nos tornarmos meros moralistas, julgando os pecadores sem dar-lhes a oportunidade de arrependimento. Se por um lado, muitos estão se dobrando diante do deus-imoralidade, outros estão, com a maior naturalidade, se deixando conduzir pelo deus-mamom. O mesmo Deus que reprova os pecados sexuais (Mt. 5.32)  também censura os adoradores do dinheiro (Mt. 6.24; I Tm. 6.10).  Somente Deus deve ser adorado, essa é a mensagem contundente de Jesus, profética para os dias atuais (Mt. 4.10).

3. A PROVIDÊNCIA DO SENHOR
Os jovens, fiéis servos do Senhor, foram lançados na fornalha de fogo ardente, resultante da fúria insana de Nabucodonosor (Dn. 3.15). Ele mandou aquecer a fornalha sete vezes (Dn. 3.19) e mandou amarrá-los antes de lança-las no fogo (Dn. 3.20). Nem sempre Deus livra os seus servos da fornalha, mas na fornalha (Is. 43.1-30). Os cristãos que não querem mais sofrer, e que fogem da possibilidade de perseguição, não compreenderam o preço do discipulado (Mt. 16.24). Há uma cruz a ser carregada, com C. S. Lewis, não recomendamos o cristianismo a quem quer uma religião confortável. A fé cristã nos tira do lugar comum, nos lança diante da adversidade, também da incompreensão. Por causa da nossa fé, podemos ser tratados como a escória do mundo, não poucas vezes assumidos como loucos (I Co. 1.17-23). Mesmo diante das perseguições, podemos confiar em Deus, Jesus prometeu estar conosco (Mt. 28.20). Justamente nas horas mais adversas, quando somos perseguidos por causa do amor a Cristo, sentimos mais de perto a Sua presença. Aqueles que são perseguidos na defesa do evangelho são bem-aventurados (Mt. 5.11,12). Deus promete, no meio da perseguição, nos dá o escape, mesmo que esse venha com a morte. A galeria dos heróis da fé de Hb. 11 é uma demonstração dessa verdade. O Senhor pode decidir ser glorificado através da passagem dos seus servos para a eternidade. Estevão se tornou o primeiro mártir da fé cristã, mas para isso precisou sacrificar a própria vida, por amor a verdade do evangelho de Jesus Cristo (At. 7.51-60). Mas o Senhor pode soberanamente dar o livramento nesta vida, de maneira providencial como fez com os jovens judeus na Babilônia (Dn. 3.24,25). Mas eles não foram salvos para a glória pessoal, antes para dar glória a Deus (Dn. 3.26).

CONCLUSÃO
Nabucodonosor reconheceu que o Deus de Ananias, Misael e Azarias era o Deus Poderoso (Dn. 3.28,29). As atitudes da igreja, em todo o tempo, como sal da terra e luz do mundo (Mt. 5.13,14), devem apontar para Cristo. Ele é Cabeça da Igreja, e nós, como corpo, devemos agir a partir dos Seus princípios. Uma igreja cristã autêntica tem compromisso com a Cabeça, não em agradar a líderes meramente religiosos (Cl. 1.18). Ainda que sejamos perseguidos, estamos certos que nada nos separará do amor de Cristo (Rm. 8.39-37).

                                Autor: Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


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Pastor Domingos
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Cantor Luiz de Carvalho - Estado de saúde e pedido de oração.

(Por Pr. Wagner Antonio de Araújo)

" Meus irmãos e amigos
Cheguei do hospital. Ernestina, essa mulher valorosa, não arreda o pé e cuida do seu esposo com cuidado e heroísmo. Priscila, essa dádiva de Deus, filha caçula do cantor, sofre profundamente e apoia o pai e a mãe em tudo o que pode. A filha Marta de Carvalho e o casal Elias e Roseli Carvalho, filhos mais velhos e nora, estavam presentes e sofrem profundamente, também apoiando em tudo o que necessário.

Enquanto ali estava o Pr. Irland Pereira de Azevedo veio visitá-lo, ao lado de outro colega amigo do veterano mestre. Luiz de Carvalho sofre. Teve lapsos de consciência e, logo a seguir, mergulhou num sono profundo, mantendo secreções no peito e garganta.

Até ontem comunicava-se com os seus; hoje, porém, sua consciência se foi. Contudo, ainda esperamos no Senhor uma pronta recuperação. Esta noite está sendo difícil. O hospital onde está internado (UNIMED ABC) é muito limpo, eficiente.

Oremos, irmãos, pelo querido Luiz de Carvalho e por toda a sua família."

Pr. Wagner Antonio de Araújo.

Extraído do Blog Point Rhema do amigo Pr. Carlos Roberto.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A Simplicidada da Madeira (Ag. 1-8) - Por Marlon Araújo


Marlon Araújo

Vejamos! Zorobabel, o governador da Judéia, e Josué o sacerdote, empenhavam-se no trabalho da reconstrução do Templo, mas nem todos pareciam partilhar o mesmo empenho; é neste contexto que Ageu entra em ação com sua profecia. 
Aí entra o papel o do Templo; Ageu não está discutindo se Salomão fez bem em construir o Templo, organizar o culto, centralizar a religião. NÃO! Ageu já pegou a coisa assim e, para ele, no momento em que vive, o Templo tem papel fundamental.
O Templo é o elemento agregador, que servia de estímulo para o povo se reorganizar como tal. se cada um ficasse disperso em seu canto, só pensando em pagar as próprias contas, em reconstruir sua própria vida; não adiantaria nada ter voltado do exílio.
Pra quer tanto esforço, se depois do retorno, cada um vive para si??
Ageu lutará pela reconstrução do Templo, defendendo-o como sinal da unidade dos repatriados.
Ele adverte o povo, especialmente os ricos, que de modo egoísta refizeram suas casas com fino acabamento, sem nem se importar com a coletividade.
Ageu não concorda com tal comportamento, e reclama da pouca prodigalidade deles, que trabalha muito, plantam, colhem e ajuntam.
A construção do Templo simboliza esse descentramento de si para olhar a necessidade do povo, e do SENHOR.
Em vez de tirar madeira para refazer suas casas opulentas, das quais cada rico vai gozar individualmente; que tal retirar madeira para reconstruir o Templo do qual todos vão usufruir?
A 1º coisa que o SENHOR mandou o povo fazer foi: subi ao monte e trazer madeira; mais madeira não tem brilho, como ouro que o Templo de Salomão tinha; o povo era atraindo pelo brilho do ouro do Templo, não era mais pelo SENHOR do Templo.
Qual é o brilho que está lhe atraindo? do resplendor do templo? dos homens do Templo? ou a Glória do Senhor do Templo? 
As pessoas eram atraída pelo brilho do ouro que ofuscava a verdadeira Glória; através da madeira DEUS queria mostrar a simplicidade da adoração, ou seja a Glória da 2º casa passou a ser maior do que a 1º, porque tinha simplicidade na madeira.
O Templo de Salomão o povo idolatrou por causa da beleza, Jr.7-4, no novo Templo o SENHOR era a própria beleza.
Nessa exegese soteriológica; o carpinteiro que não despertava beleza nem formosura, foi levado ao maior Templo da historia, que era a cruz de madeira!
 O verdadeiro carpinteiro morreu numa madeira e pela madeira, porque Jó disse: Que há esperança para árvore, pois, mesmo cortada ainda se renovará. Jó.14-7.
Não vamos somente olhar para o ouro do Templo, mais a simplicidade da madeira que estava dentro do Templo.
Marlon Araújo: Ministério Palavra de Fogo. Jr.23.29.

Extraído do Blog do amigo Cleiton Albino

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Importante texto!... Leia e saiba qual é a sua verdadeira vocação.


 "Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:



 Você esta olhando pela janela, não há nada especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali. Ai chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta: - Será que vai chover? Se você responder "com certeza"...a sua área é Vendas: O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
 Se você responder "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então sua área é Marketing: O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando. 
Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"...você é da área de Engenharia: O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números. 
Se a resposta for "depende"...você nasceu para Recursos Humanos: Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
 Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"....você é da área de Contabilidade: O pessoa da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos. 
Se a resposta for "sei lá, mas por via das duvidas eu trouxe um guarda-chuvas": Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre preparada para qualquer virada de tempo. 
Agora, se você responder "não sei"... Há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa. De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação. "Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis  de se aprender na vida corporativa. 
Por quê? Eu sinceramente "não sei".

(Antonio Ermírio de Moraes) 

Extraído do "Blog Café entre Amigos"

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

ADPARAÚ REALIZARÁ CONGRESSO DE CRIANÇAS.... PARTICIPE!!!!


O Departamento Infantil da Assembleia de Deus na cidade de Paraú/RN, realizará no próximo final de semana, mais um  Congresso de Crianças. O tema escolhido para o evento é: "COMO IR AO CÉU?"
O CONGRESSO DE CRIANÇAS é realizado pela igreja com a finalidade de ensinar a Palavra de Deus aos pequeninos.

PARTICIPE!!!


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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Vem aí..... o XXII Congresso de Mocidade da AD em Upanema/RN !!!!.... Não Perca!



A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Upanema-RN, através da União da Mocidade (UMADUP), realizará no período de 10 a 16 de novembro Congresso UMADUP 2014 com o tema “Desapareceu um povo. Cristo veio busca-lo” Mt. 24:40. O maior encontro da juventude assembleiana em Upanema chega a sua 22ª edição consolidado como o evento mais esperado da cidade do médio oeste potiguar.


O Congresso UMADUP se expande, e nesta edição cinco pregadores serão os responsáveis pela transmissão da Palavra de Deus: Pr. Jairo Kaillo (Rio Grande do Norte), Pr. Carvalho Júnior (Minas Gerais), Pr. Adriano Mendes (Distrito Federal), Dc. Bruce Lyang Alves (Rio Grande do Norte) e Pr. Genival Bento (Alagoas). E no louvor, além da tradicional participação das bandas da Igreja local Canaã, Geração Eleita e Raízes do Apocalipse, o evento contará com a participação do cantor Elisac Regis (Rio Grande do Norte) e a renomada cantora pentecostal Andrea Fontes (Rio de Janeiro).


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A ADPARAÚ continuará realizando a CAMPANHA DE ORAÇÃO em pró das comemorações dos 100 ANOS da IEADERN.



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domingo, 19 de outubro de 2014

A Educação Bíblica (Dt. 11-19) - Por Marlon Araújo



Marlon Araújo

A palavra Hebraica Chinuch significa educação, e para o povo de Israel educação é muito mais de dar a criança fatos e números para ser assimilados; Chinuch significa moldar o caráter da criança e guiá-lo no caminho do SENHOR.
Educação é o processo de ensino e aprendizagem; pode ser formal ou casual, geralmente envolve um estudante adquirindo conhecimento sobre diferentes assuntos, aprendendo a raciocinar e a ser desenvolver como pessoa.

Através de indícios espalhados nas escrituras, bem como em outras fontes, conseguimos formar um quadro sobre o tema.
O propósito inicial da educação Judaica era ensinar as crianças a melhor entender seu relacionamento com DEUS.
Os Rabinos queriam que elas aprendessem a servir a DEUS e a ter uma vida santa, mais tarde os educadores Judeus começaram a acrescentar ensinamentos para aperfeiçoar o caráter de seus alunos.
A educação dos filhos Judeus começava por volta dos 3 anos, quando já sabiam falar; orações e cânticos eram aprendidos por repetição, observavam os símbolos e práticas religiosas que propiciavam oportunidade de ensino.
Quando completavam 5 anos iam para a escola, e na escola os alunos se familiarizavam com as Escrituras e aprendiam a ler, escrever.
Os Rabinos usavam o método de memorização de textos e palavras; eles tinham que decorar a Torá dos 5 anos até aos 13 anos, quando eles iriam passar pelo crivo do sinédrio para saber se poderia ser Rabino ou não.
O estagio era assim: vinha 70 anciões e começavam a fazer perguntas Bíblicas para o menino.( menino o que está escrito em Lv 11-4
o menino tinha que responde sem errar uma vírgula; porque se errassem ele não servia para ser rabino.
Quando completava os 13 anos, o jovem atinge a maioridade; para marcar essa data é celebrado o Bar-Mitzvá (filho do Mandamento) quem respondeu as perguntas dos anciões vai continuar os estudos até os 25 anos, e futuramente será um Rabino.
Para quem errou as perguntas, o ancião vinha apertava a sua mão e dizia: 3 coisas lhe resta; 1º você vai constituir família, 2º vai seguir uma profissão secular, 3º você pode servir a DEUS; mais não pode ser Rabino, eles erram os excluídos da nata Rabínica.
JESUS passou por esse estágio com 12 anos e os mestres ficaram de boca-aberta, porque não entediam que ELE era a própria Palavra.
Nesse mês da criança o presente que eu dei para o meu filho e sempre darei, e que ele conheça o SENHOR na Palavra, na Oração e na Igreja, só assim ele receberam a verdadeira educação certa e sadia; porque Escrito está: Ensina a criança no caminho, (NO) é você e ele! não é O caminho! é No caminho.
A responsabilidade é nossa de ensinar os nossos filhos, porque se você não ensinar, o diabo vem e adota.
Vamos ter mais tempo com a Bíblia, e com nossos filhos ensinando a verdadeira educação Bíblica.
Nunca esqueça: DEUS forma, o pecado desforma, a educação informa mais somente JESUS transforma!!
Marlon Araújo: Ministério Palavra de Fogo! Jr.23-29.

sábado, 18 de outubro de 2014

Não perca o encerramento da Cruzada Mossoró para Cristo....... 18 de Outubro às 19:00 horas.



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Subsídio Escola Dominical - Lição 03 CPAD - O DEUS QUE INTERVEM NA HISTÓRIA


O DEUS QUE INTERVEM NA HISTÓRIA
Texto Áureo Dn. 2.20,21 – Leitura Bíblica Dn. 2.12-23



INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, a partir do sonho de Nabucodonosor, e da revelação de Daniel, veremos que Deus intervém na história. Inicialmente, destacaremos o mistério em relação ao sonho, considerando que o próprio rei não foi capaz de contá-lo. Mostraremos também as exigências descabidas do monarca, exigindo as vidas dos sábios do palácio, caso esses não descrevessem e interpretassem. Ao final, explicaremos que o Deus de Daniel, por conhecer e intervir na história, não apenas deu a interpretação ao Seu servo, mas também revelou o que o rei havia sonhado.

1. O SONHO DE NABUCODONOSOR
O sonho de Nabucodonosor, que se encontra em Dn. 2, nos dá uma visão panorâmica dos acontecimentos futuros. O monarca babilônico se encontrava em uma posição de opulência, depois de ter dominado toda a terra (Jr. 27.6,7). A Babilônia, por aquele tempo, se transformou na rainha das nações, a capital da civilização, o centro da cultura, a sede do comércio. Mas certa noite o rei teve um sonho perturbador, de modo que o fez perder o sono, justamente porque era incapaz de saber o conteúdo daquela visão (Dn. 2.1). Tratava-se de um sonho misterioso, que se encontrava no inconsciente do rei. Então mandou chamar os magos, astrólogos, encantadores e caldeus para que declarassem o que o rei tinha sonhado. Os sábios esperavam que Nabucodonosor revelasse o sonho, para que esse fosse interpretado por eles (Dn. 2.3,4). A língua utilizada por eles foi o siríaco, uma variação do aramaico, talvez uma maneira de mostrar identificação com o rei. Em tom de ameaça o monarca exige dos sábios uma interpretação, mesmo sem ter a capacidade de relatar o sonho. A crueldade desse rei é identificada em suas palavras “se me não fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados” (Dn. 2.5). Por outro lado, ofereceu-lhes benefícios, caso fossem capazes de revelar e interpretar o sonho: “receberei de mim dons, e dádivas, e grande honra, portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação” (Dn. 2.6). Os sábios insistiram para que o rei contasse o sonho, para que pudessem dar uma interpretação. Na verdade eles estavam tentando ganhar tempo, por não terem competência para fazê-lo. Essa é uma demonstração das limitações humanas em relação à revelação. Ninguém pode declarar as verdades ocultas de Deus, a menos que Ele mesmo decida revelá-las (Mt. 11.28; Dt. 29.29).

2. O FRACASSO DOS SÁBIOS DA BABILÔNIA
Os caldeus se expressaram, mostrando a incompetência humana diante daquele mistério (Dn. 2.10). Eles reconheceram que ninguém “sobre a terra” poderia declarar o sonho do rei, e nisso estavam corretos. A exigência do rei era difícil demais, apenas uma intervenção sobrenatural, vinda de Deus, poderia satisfazer a vontade do rei. Essa resposta deixou o rei irado, ao ponto de ordenar a matança de todos os sábios da Babilônia (Dn. 2.12,13). Aquele decreto resultaria inclusive na morte do jovem Daniel e seus amigos (Dn. 2.14). Ao invés de se exasperar, Daniel, com brandura, buscou aplacar a ira dos emissários do rei. O comportamento do jovem Daniel nos faz lembrar que a palavra branda desvia o furor (Pv. 15.1). Tenhamos cuidado para não tomar decisões precipitadas, muito menos nos adiantar nas palavras. Daniel resolveu pedir ao rei um tempo para que pudesse dar a interpretação do sonho. Aquele jovem sabia que em tempos de aflições, Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia (Sl. 46.1). Ele tomou a decisão de partilhar a situação com seus amigos, Hananias, Misael e Azarias, para que eles orassem em favor da situação. Como Daniel, e seus amigos, devemos confiar que Deus intervém na história através da oração. Como bem nos lembra Tiago, a oração do justo pode muito em seus efeitos (Tg. 5.16). Nenhum cristão, entre eles os jovens, não deve desprezar o valor da oração. O pragmatismo moderno tem distanciado os crentes das horas silenciosas, e dos momentos particulares de oração. A oração é a porta aberta para os céus (Lc. 3.21), o próprio Jesus orou, motivo suficiente para orarmos (Hb. 10.5-7). Daniel também é um exemplo de confiança na soberania de Deus. O Senhor conhece todas as coisas (Sl. 147.5), nEle está a profundidade da sabedoria (Rm. 11.33), em Cristo repousa a plenitude da divindade (Cl. 2.9).

3. DANIEL INTERPRETA O SONHO
Diante das autoridades, Daniel defendeu, com sabedoria, que Deus revela o profundo e o escondido, porque conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz (Dn. 2.22). Em seguida pede para ser introduzido à presença do rei, para trazer a interpretação do seu sonho (Dn. 2.24). Antes Daniel chama a atenção do rei, ressaltando que sua exigência foi despropositada, considerando que aquele segredo ninguém seria capaz de descobrir (Dn. 2.27). Existem pessoas, até mesmo entre os crentes, que assim como fez Saul (I Sm. 28), querem forçar determinadas revelações. Mas não adianta investir em profecias que não foram dadas por Deus, somente o Senhor tem as revelações (Dn. 2.28). Paulo lembrou a grandeza desse Deus no Areópago em Atenas (At. 17.23-25). E apelando a revelação do Senhor, Daniel declara que o rei sonhou com uma grande estátua de material heterogêneo. Os vários materiais daquela estátua tinham significados profundos, os quais foram revelados pelo profeta do Senhor. A cabeça de ouro representava o império babilônico, que durou de 606 a 539 a. C. Os braços e peito de prata representava o império medo-persa, que durou de 539 a 331 a. C. O ventre e as coxas de bronze representavam o império grego, que durou de 331 a 146 a. C. E as pernas e pés de ferro e barro o império romano que durou de 146 a. C. a 476 d. C. Daniel viu ainda que “uma pedra foi cortada sem mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e barro, e os esmiuçou” (Dn. 2.34). A pedra se refere a Cristo, em alusão às revelações do Senhor, em Seu sermão escatológico (Mt. 24.30). Isso acontecerá por ocasião da vinda de Jesus, a fim de despedaçar o governo do anticristo (Mt. 21.44). Esse será o momento em que o Reino de Deus, em sua plenitude, será inaugurado (Is. 2.2; Mt. 16.18; I Pe. 2.5), após a batalha do Armagedom (Ap. 17.14; 19.16).

CONCLUSÃO
Como um verdadeiro profeta de Deus, Daniel se negou a receber as recompensas oferecidas pelo monarca. O Senhor, no entanto, usou aquela oportunidade, a fim de concretizar Seu desígnio, em relação ao Seu povo. Em todas as circunstâncias devemos confiar em Deus, que continua se revelando, e dependendo da Sua soberania, certos que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus, e que são chamados segundo Seu propósito (Rm. 8.28). Como Daniel, devemos ser humildes, reconhecendo que o Deus, além de revelar os mistérios ocultos, tem a história em suas mãos. 
  
                             Autor: Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


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