segunda-feira, 17 de março de 2014

A Indecência no Vestir, por Silvio Costa.


orkutar
Piriguetes, periboys e os exibicionistas de nossas igrejas!
Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem, de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. Romanos 8:5
Em artigo recente, construi uma argumentação sobre o mundanismo, intitulado: “Crentes com roupa decente e vida indecente”. Desenvolvi naquele conjunto textual uma primeira reflexão que tratou da interiorização das impurezas mundanas impregnadas em nossa natureza corrompida e, por conseguinte influenciável aos modos comportamentais. Ressaltei que há raízes do conseqüente mal moral em nosso eu interior, que há uma luta titânica do espírito contra a carne. Neste artigo quero abordar outro prisma do mundanismo – o mais tradicional dos pontos de vista ligados ao conceito; ou seja, comportamentos notadamente mundanos – deste modo também exteriorizei a questão e detive-me a observar o costume de vestir-se e de agir de alguns crentes frequentadores de nossas igrejas que estão encrustados no mundanismo com suas almas e na exibição de seus corpos.
Mas você, apresentando-se declaradamente como prostituta, recusa-se a corar de vergonha. Jeremias 3:3
Para o incômodo de uns e deleite de outros, dentro de nossas igrejas vez por outra, atravessa bem em frente aos nossos olhos um desfile de modas sem passarelas armadas; percebe-se um piriguetismo infiltrado e muito exibido por meio de corpos delineados por calças ou vestidos apertados, blusas muito decotadas, saias curtíssimas e maquiagem carregada de exageros e desarmonias na aplicação (os entendidos no assunto dizem que há variantes do piriguetismo, a ponto de ter estilos diferentes – cada uma). Nesse conjunto de inconveniências para o ambiente de uma igreja há também uma parcela da ala masculina, meio “piriboy” com corpo malhado ou marombado (nada contra aos que buscam condicionamento mais saudável), que com sua característica e peculiar camisa baby look e calça justa põem-se a exibir os músculos no que sugere pensarmos que é uma incitação aos desejos femininos. Será que na consciência dessa gente não há segundas intenções para justificar tal apelação? Mesmo que tenham coragem para admitir que se exibem para provocar mesmo o sexo oposto, essa manifesta sinceridade já seria um escrachado e inadmissível hedonismo à qualquer cidadão de bem. Não posso dizer que são culpados, mas é difícil aceitar que são inocentes ao se comportarem de forma tão provocativa e sugestiva à lascívia.
Eu a entreguei à vontade das suas inimigas, as filhas dos filisteus, que ficaram chocadas com a sua conduta lasciva. Ezequiel 16:27
Permita-me considerar que ninguém deve ser relapso com a aparência, asseio e apresentação pessoal só por conta de sua profissão de fé cristã, uma vez que a Bíblia não estabelece estilo, indumentária ou vestimenta padrão para os crentes. O que as Escrituras acentuam no modo de vida e trajes dos santos são decência, modéstia e honradez (1 Pe 3:1-7). O problema é que tem faltado pudor, temor e decoro no modo de trajar-se de muitos que vão a igreja.É muito estranho quando jovens usam vestuário e se comportam como anciãos e adultos se produzem como se fossem adolescentes. É óbvio que qualquer pessoa é livre para compor-se como quiser, mas será que para um cristão que tem as instruções da Palavra de Deus como regras de fé prática, mostrar-se indecoroso, extravagante e provocativo por conta de sua preferência pelas peças de roupas que têm no guarda-roupa de casa, seria correto?
Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus. Pois era assim que também costumavam adornar-se as santas mulheres do passado, que colocavam a sua esperança em Deus. Elas se sujeitavam a seus maridos (1 Pedro 3:4-5)
Outro problema também de ordem mundana para muitas pessoas que “fazem parte” de igrejas locais e que vai para além de vestimentas é um tipo de coisificação e animalização do sexo oposto.Se o rapaz é bonito e de porte físico avantajado é chamado pelas moças de “bofe”, “colírio” e “pão”; se a donzela é atraente e com corpo em delineamento escultural é tratada como “filé”, “corpo de violão” e “vitaminada”. O pior é que há também aqueles que bestificam o oposto sexual, com considerações mundanas e desviadas de qualquer ramificação cristã; do tipo: “cavala”, “potranca”, “galinha”; ou moçoilas que no saltitar de seus hormônios tratam os homens em seus “papos de mulher” como seres animalescos e truculentos. Talvez você esteja estarrecido com o que acabou de ler; mas, seja sincero consigo mesmo; isso – vestes indecentes, olhares incandescentes e propostas descrentes – não são notadas cercando alguns que vão ao templo onde você congrega? Claro que sim! Querido, alguém precisa começar a falar sobre essas coisas, pois o mundo estará dentro da igreja quando estiver dentro das pessoas – e estão no coração e vida de muita gente; porquanto, proclame essa mensagem também em sua igreja!
Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja. Romanos 13:13
Será que estou errado em considerar que ir a igreja é apresentar-se a Deus com espírito reverente, alma ofertante e bom senso, este último demonstrado na conduta e nas roupas que encobrem nosso corpo a ponto de não permitir que ninguém fomente suspeita, componha observações inconvenientes e faça comentários inadequados a nosso respeito pela forma como nos vestimos e agimos? É claro que não é a roupa que leva qualquer um a ser salvo ou a ser condenado. Mas, vestir como ímpio que não conhece o poder transformador do Evangelho é estar inadequado com o meio em que se está inserido; afinal é um local consagrado; é a casa de Deus, um lugar de adoração que só pelo que representa já merece toda a nossa discrição e deferência (Ec 5:1-2). Pois que deixemos o exibicionismo aos frequentadores das praias, os decotes provocantes as boates e os olhares de flerte aos que não temem a Deus e não se respeitam a si mesmos, a seus namorados, noivos e cônjuges. Que Deus nos guarde do mundanismo sem vergonha, do piriguetismo e periboysmo que tentam repugnar e inutilizar os bons costumes que seguem as doutrinas da fé e do comportamento cristão.
FONTE:
Avatar de Silvio Costa

Silvio se define como crente pela compaixão de Jesus, estudante de teologia por paixão e administrador de empresas por profissão. Mora na belíssima cidade de Guarapari no ES; estudou teologia no Seminário SEET e na Faculdade FAIFA. Textos de sua autoria frequentemente são publicados em portais cristãos do país por focarem questões do cotidiano da igreja evangélica brasileira. Ele ainda mantém o blog Cristão Capixaba, iniciou o portal Litoral Gospel e está engajado numa campanha para conscientização cristã para as eleições de 2014 conheça e participe
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sábado, 15 de março de 2014

Subsídio Escola Dominical - Lição 11 - Deus escolhe Arão e seus filhos para o Sacerdócio



Texto Áureo Ap. 5.10 – Leitura Bíblica Ex. 28.1-11


INTRODUÇÃO
A escolha dos sacerdotes, na família de Arão, tinha o propósito do serviço, eles também tinham a responsabilidade de representar a Deus diante do povo. Na aula de hoje atentaremos para a importância do serviço sacerdotal diante de Deus e do Seu povo. Ao final, mostraremos que esse ofício deveria ser exercitado com temor ao Senhor, e que, no Novo Pacto, formos escolhidos para sacerdotes, ministros na igreja de Cristo.

1. SACERDÓCIO: SERVIÇO PARA DEUS
A expressão “para que me ministre”, nesse texto, ocorre cinco vezes, ressaltando a relevância do ofício sacerdotal. Antes de ministrar ao povo, os sacerdotes deveriam ministrar, isto é, servir, diante de Deus. Essa é uma valiosa lição para aqueles que ministram na igreja de Cristo, não podem se esquecer de que estão diante de Deus. A burocratização na administração eclesiástica tem feito com que muitos obreiros deixem de levar o ministério cristão. Isso acontece principalmente no contexto de igrejas que são tratadas como empresas, e em alguns casos, como grandes negócios. A escolha de Arão, e da sua família, para ministrar como sacerdotes, foi um ato gracioso de Deus. Ele é soberano, e escolhe as pessoas para o Seu trabalho, conforme Lhe apraz (Jo. 15.16). Após a morte de Arão, Eleazar tornou-se seu sucessor (Nm. 20.22-29), o trabalho prossegue, as pessoas passam, mas a obra continua. Ninguém deve se achar insubstituível, mesmo depois do cativeiro babilônico, os descendentes de Itamar deram continuidade ao ministério sacerdotal (Ed. 8.1,2). Nós, obreiros e obreiras no trabalho do Senhor, devemos buscar, primordialmente, agradá-Lo. Como escreveu Paulo a Timóteo, não devemos ter do que nos envergonhar, manejando bem a palavra da verdade (II Tm. 2.15). O Amor ao Senhor deve ser o grande crivo na escolha de obreiros para a seara do Senhor, isso porque antes de partir, Jesus perguntou a Pedro se esse O amava, responsabilizando-o para o ministério (Jo. 21.17). Há obreiros que amam a obra, o dinheiro que obra dar, até as pessoas da obra, mas não amam a Deus, por isso fracassam. Quando amamos a Deus, tudo o mais flui naturalmente, não precisamos fazer esforço, acabamos parecendo artificial (Mt. 22.34-40) Em relação às vestes sacerdotais, essas tinham um papel importante na identificação do serviço. As vestimentas davam dignidade e glória (Ex. 28.1), distinguindo-os do restante do povo, o uso daquelas roupas os colocava em posição de risco, caso as instruções não fossem obedecidas (Ex. 28.35,43). Como cristãos, devemos estar revestidos da justiça de Deus em Cristo (Gl. 3.27,28), para nos apresentarmos diante de Deus de acordo com Sua vontade.

2. SACERDÓCIO: SERVIÇO PARA O POVO
As peças da vestimenta sacerdotal não eram meros adereços, elas tinham uma simbologia própria, representavam o ministério diante do povo. As peças de roupas eram sete: calções (Ex. 28.42,43), uma túnica branca (Ex. 28.39), e por cima desta uma sobrepeliz azul, com campainhas e romãs na orla (Ex. 28.3-35); a estola sacerdotal, que era composta por uma veste sem mangas, feita de ouro, estofo azul, púrpura e carmesim e presa por ombreiras incrustadas de joias, e um cinto; e um peitoral com joias, colocado por cima da sobrepeliz com correntes de ouro presas às ombreiras (Ex. 28.9-30), com uma lâmina de ouro em que estava escrito: “Santidade ao Senhor” (Ex. 28.36). A estola era uma veste simples de linho, sem mangas, que ia até os calcanhares. Juntamente com o cinto era feita de linho branco, bordado com estofo azul, púrpura e fios carmesins. Nas ombreiras da estola tinha os nomes de seis tribos de Israel, de acordo com sua ordem de nascimento, gravados em uma pedra ônix. Isso mostra que o sumo sacerdote entrava na presença do Senhor em nome do povo. As duas pedras de ônix revelam a importância do povo, uma lição primorosa para os líderes eclesiásticos. Parece redundante, mas o povo de Deus a Ele pertence, e a Ele prestaremos contas da forma como conduzimos o rebanho (At. 20.28-31). Não apenas os líderes, mas toda a igreja está no mundo para servir ao Senhor, e também às pessoas, Cristo é o maior exemplo de liderança servidora (Lc. 22.27; Jo. 13.12-17). O peitoral era um pedaço de tecido quadrado e duplo, com muitos bordados, que tinha um palmo de cumprimento, e um de largura, localizado no peito do sacerdote, pendurado por duas correntes de ouro. Nesse peitoral havia doze pedras, cada uma delas representando uma tribo de Israel. O sacerdote, por conseguinte, carregava o povo no peito, próximo ao coração. Os obreiros do Senhor devem ter o povo no coração, amá-lo como fez Cristo, e se necessário, entregar a vida por ele (I Jo. 3.16-18), como também fez Paulo (Fp. 1.7). Como as pedras eram diferentes, as pessoas da igreja também as são, e devem ser respeitadas na sua diversidade. Ainda dentro do peitoral ficavam o Urim e o Tumim, que quer dizer “luzes e perfeições”, eram usadas para determinar a vontade de Deus. Não existem informações detalhadas como elas eram utilizadas, mas era de responsabilidade do sacerdote identificar a revelação de Deus através delas (Ex. 28.30). O Urim e o Tumim da igreja do Senhor é a Sua palavra (Sl. 119.105), ela revela a vontade de Deus, a qual deve ser obedecida (J. 7.17; Sl. 25.8-11; Rm. 12.1,2).

3. SACERDÓCIO: NO TEMOR DO SENHOR
A sobrepeliz azul, usada por baixo da estola, não tinha costuras, representando a perfeição. O colarinho em torno da abertura para a cabeça era tecido de modo que não se rasgasse, isso diz respeito à reputação do sacerdote, ninguém poderia desabonar sua conduta. Na orla de suas vestes existiam romãs, feitas de estofo azul, púrpura e carmesim, que ficavam dependuradas. Essas romãs apontavam para a abundância de frutos, que deveriam ser produzidos pelos sacerdotes. Junto a essas romãs ficavam as campainhas, que indicavam a ministração do sacerdote no Lugar Santo. As campainhas indicam que devemos demonstrar ao mundo que estamos ministrando não para nós mesmos, antes para o Senhor, e para o povo. A mitra era usada pelo sumo sacerdote, os demais sacerdotes usavam apenas turbantes de linho, com a mensagem: “Santidade ao Senhor”. Essa é uma mensagem na qual devemos meditar, muitos cristãos atualmente pensam que foram chamados para serem felizes. Mas, na verdade, o chamado de Deus para nós é para a santificação (Lv. 11.44,45), esse ensinamento foi enfatizado por Pedro aos cristãos do Sec. I, e serve também para nós hoje (I Pe. 1.15,16). O sacerdote carregava a mitra para demonstrar seu temor diante da santidade de Deus, o sacrifício de Cristo nos torna aceitável diante do Senhor (I Pe. 2.5). Os sacerdotes morreriam se não observassem as orientações de Deus em relação as vestes, sobretudo a purificação (Ex. 28.35,43). Como cristãos devemos demonstrar reverência ao Senhor, e santo temor (Hb. 12.28). Isso não significa que devemos estar tristes, muito pelo contrário, o temor a Deus deve nos conduzir à alegria (Sl. 2.11). Temor nada tem a ver com medo, é bem verdade que estremecemos diante da grandeza de Deus, mas podemos nos aproximar dEle, pelo caminho que Cristo nos consagrou (Hb. 9.1-14).

CONCLUSÃO
A igreja do Senhor Jesus é, neste mundo, sacerdócio santo, e um sacerdócio real, adquirido pelo Seu sangue, derramado na cruz (I Pe. 2.5,9). Para tanto, deve ser fiel na proclamação das virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (I Pe. 2.9). Como cristãos no mundo, devemos ministrar às pessoas, debaixo da orientação da Palavra, e conduzidos pelo Espírito, com temor e tremor (Fp. 2.12). O mundo precisa do sacerdócio da igreja, ainda que não saiba, e a igreja, não pode se identificar com o mundo, sob pena de deixar de ser sal e luz (Mt. 5.13,14).

                                  Fonte: Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
              Fonte: www.subsidioebd.blogspot.com
Twitter: @subsidioEBD

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Noite de Louvor a Deus, pelo aniversário de 26 Anos de Ministério Pastoral e por 28 Anos de Casamento do Pr. Edinaldo Domingos e Irmã Claudia,



Duas Noites de muito louvor, nos dias 29 e 30 de Março, em gratidão a Deus pela passagem do aniversário de 26 Anos de Ministério Pastoral, e também pelos 28 Anos de Casamento do Pr. Edinaldo Domingos e irmã Claudia.
Durante esta programação festiva, acontecerá o lançamento do Plano de Evangelização/2014.
Toda programação acontecerá no templo sede da ADParaú-RN. 

TODOS SÃO CONVIDADOS




PARTICIPAÇÃO ESPECIAL


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Maiores informações no blog do amigo 
Tiago Bertulino.

http://www.tiagobertulino.com/

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sexta-feira, 14 de março de 2014

IEADERN-São Miguel, realizou Ação Evangelistica jamais vista na cidade.


A cidade de São Miguel, jamais viu tantos jovens assembleianos nas ruas, como aconteceu durante os dias de carnaval de 2014. Foi muito impactante para a cidade, que é conhecida como uma cidade de grande tradição católica. Se esperava que os Blocos carnavalescos ganhassem as ruas da cidade com suas fantasias, mas quem se destacou mesmo, foi a juventude evangélica, que caminharam pelas principais avenidas louvando a Deus e conduzindo faixas com mensagens bíblicas.
 Quero parabenizar ao Pr. Lufran Medeiros e o presidente da mocidade missionário Roberto por tão importante iniciativa.   


Fotos extraídas do Blog do amigo Dc. Cleiton Albino

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Vereador Soldado Jadson, sugere melhorias para o trânsito de Mossoró.


                                 

Em recentes indicações apresentadas no plenário da câmara municipal, o Vereador Soldado Jadson (SOLIDARIEDADE) sugeriu importantes transformações no trânsito mossoroense. Tais medidas atendem o apelo da própria população e objetiva garantir mais segurança de tráfego para motoristas e transeuntes em geral.

Um dos pontos lembrados pelo Soldado Jadson é o popularmente conhecido Ferro de Engomar, no Bairro Santo Antônio, onde ele solicita estudo de viabilidade técnica para implantação de sinalização nos vários cruzamentos existentes no lugar, vindo a prevenir novos acidentes resultando em danos e vítimas junto à população. Através de solicitação do vereador, o deputado Kelps Lima enviou equipe de técnicos à Mossoró que já projeta alternativas para o trânsito no local.

Outra ação importante levantada pelo vereador é a substituição de semáforos por rotatórias nos principais cruzamentos de Mossoró. A medida, já implantada noutras grandes cidades brasileiras, objetiva diminuir os transtornos ocasionados pelo aumento da frota de veículos, facilitando o tráfego e garantindo evolução da mobilidade urbana municipal.

Por fim, o Soldado Jadson solicita com urgência a implantação de faixas elevadas para travessias de pedestres, com maior ênfase à locais como escolas e Casa de Apoio ao Deficiente Visual. Tal reivindicação visa promover acessibilidade com segurança para idosos, deficientes, estudantes e demais transeuntes.

O Soldado Jadson salienta que algumas medidas já foram adotadas por Charlejandro Rustayne, titular da Subsecretaria de Trânsito e Transportes, ressaltando sobre a importância das indicações enviadas para análise e execução do prefeito Silveira Júnior. “Estou certo que as medidas apresentadas trarão maior segurança e fluidez ao trânsito local e que, depois de colocadas em prática, resultarão numa melhor qualidade de vida à população mossoroense”, declarou o edil.

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Noite de Louvor a Deus na ADParaú com a participação dos cantores Elmo Andrade e Wanderleyde.


Nos próximos dias 29 e 30 de Março, a Assembleia de Deus em Paraú/RN, realizará atividades festivas em comemoração aos 26 Anos de Ministério Pastoral  e 28 Anos de casamento, do seu líder Pr. Edinaldo Domingos. A abertura da festividade será com uma Noite de Louvor a Deus no Templo Sede, com os cantores Elmo Andrade e Wanderleyde, convidados especialmente para esta programação festiva.
Durante as comemorações, o Pr. Edinaldo Domingos fará o lançamento do Plano de Evangelização/2014. 


          A Comissão Organizadora convidam a todos para prestigiarem a programação.

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