terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Pr. Domingos completa 2 anos à frente da ADPARAÚ.

Em Janeiro do ano de 1988, foi realizada em Natal/RN, a Convenção de Pastores da Igreja Assembleia de Deus do Estado do Rio Grande do Norte. Nesta convenção, que foi presidida pelo saudoso Pr. João Batista da Silva, aconteceu o envio do Pr. Edinaldo Domingos, para pastorear a Assembleia de Deus no distrito de Barão de Serra Branca, localizado no município de Santana do Matos/RN. Após 4 anos de trabalhos abençoados em Barão de Serra Branca, o Pr. Domingos foi transferido para a abençoada igreja Assembleia de Deus na cidade de Marcelino Vieira, onde passou 5 anos servindo a obra de Deus. Depois pastoreou as igrejas  de Pilões, Linda Flor, Itajá, Porto do Mangue, Triunfo Potiguar, Tibau, Felipe Guerra, Coronel João Pessoa e atualmente lidera a Assembleia de Deus em Paraú/RN. Ja fazem 28 anos deste acontecimento histórico, que foi a saída do Pr. Domingos para trabalhar com tempo integral nas igrejas da IEADERN. Para comemorar esta data, a ADPARAÚ, no dia 27 de Fevereiro de 2016, estará realizando um Culto de Gratidão a Deus. O Culto do dia 27, também comemorará  o 2º Ano de Posse do Pr. Domingos à frente da ADPARAÚ.
Dentro da programação festiva será realizado às  09:30 da manhã, mais um Batismo em Águas e o lançamento do projeto "EU POSSO", que se baseia no texto Bíblico de Filipenses 4.13.
Ore, Divulgue e Participe!


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Nesta segunda-feira, dia 15 de Fevereiro a AD Cubatão/SP, empossa seu novo líder.


Por Almir Júnior
Jornalista
Assessor de Imprensa da AD Cubatão

Pr. Josias de Almeida Silva anuncia jubilação e Pr. Carlos Roberto Silva assume presidência da AD Cubatão.



O Pr. Josias de Almeida Silva – Presidente da Assembleia de Deus Ministério de Cubatão entregou à diretoria da igreja uma carta onde anuncia formalmente o seu afastamento das atividades eclesiásticas e administrativas solicitando a sua jubilação.

Sergipano de nascimento, o líder chegou à cidade de Cubatão em 1976 como obreiro enviado pela AD Santos, e após 4 anos à frente da igreja conquistou a autonomia administrativa passando a responder pela presidência do recém-formado ministério.

No campo denominacional, atuou em diversas funções executivas das convenções estadual e nacional, chegando a exercer o mandato de presidente da Comadespe (Convenção de Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros) por dois mandatos. Ocupou ainda o cargo de 2º secretário e 1º Tesoureiro  da CGADB – Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil.

Dono dos títulos de cidadão cubatense e cidadão jacupiranguense, o pastor que é casado a quase 60 anos com a irmã Lizete Maria dos Santos e é pai de 5 filhos, conquistou ao longo de sua vida eclesiástica o respeito de autoridades civis e religiosas marcando seu tempo com uma visão evangelística de edificação e crescimento. Ao seu comando, a igreja de Cubatão saltou de 3 para mais de 100 congregações e cerca de 10 mil membros.

A carta apresentada ao ministério foi lida à igreja durante a última Assembleia Geral Ordinária realizada realizado no dia 02 de Fevereiro no Templo Sede pelo 1º Secretário - Pr. Vitor Roberto de Farias. Em ato contínuo o Pr. Carlos Roberto Silva - Novo Presidente - falou aos presentes sobre a importância da fidelidade e submeteu seu pastorado à aprovação da igreja. ''Embora o estatuto me conceda o direito da presidência e ela tenha sido recomendada pelo próprio pastor ao solicitar o seu afastamento, sei que Deus não dá igreja pra pastor, mas pastor para a igreja, para mim é importante submeter essa decisão aos irmãos'' disse ele.

Para tanto, afastou-se da direção dos trabalhos e entregou o microfone ao Co-pastor da igreja sede - Pr. Wlisses José dos Santos, um ancião de 80 anos,  o qual ocupando a tribuna, foi o responsável por perguntar aos membros se aceitavam o Pr. Carlos Roberto Silva como o novo pastor, ocasião em que todos de pé pronunciaram de forma uníssona e unânime um sonoro amém, em concordância com a posse do novo líder, ato precedido pela oração ao novo presidente realizada pelos membros da diretoria.

Pr. Carlos Roberto Silva assume presidência

De acordo com as normas estatutárias do ministério o vice presidente em exercício – Pr. Carlos Roberto Silva assumiu de fato a presidência do ministério a partir da jubilação de seu antigo titular.

O ato porém será ratificado de maneira eclesiástica e solene, durante Culto de ação de graças pela trajetória ministerial do pastor Josias e sua jubilação que ocorrerá no dia 15 de Fevereiro a partir das 19 horas no Templo Sede,  quando ocorrerá também o ato oficial de posse do novo presidente.

Criado no evangelho, aprendeu em casa o ofício musical e ainda na adolescência assumiu a regência da orquestra da igreja dirigida pelo pai de quem herdou também a vocação para o exercício do evangelho. Casado com Assistente Social Sarah Virgínia é o filho primogênito do Pr. Josias de Almeida Silva e acompanhou de perto a trajetória missionária da família na condução de diversas igreja, até chegar em 1976 à Cubatão.

Na juventude fez carreira profissional no banco Bradesco e passando por diversas funções chegou  ao cargo gerente. Chamado ao ministério, abriu mão da carreira bancária para se dedicar integralmente à igreja, onde ocupou importantes funções administrativas.

Foi o fundador do Conselho de Pastores da Cidade de Cubatão - Unipec e responsável pela organização da primeira Marcha para Jesus na Cidade. No campo denominacional ocupou diversos cargos junto a mesa diretora da Comadespe (Convenção de Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros) até chegar em 2015 à presidência da instituição. Na CGADB (Convenção Geral da Assembleia de Deus no Brasil) atuou nos Conselhos de Missões, Política e Conselho Regional Sudeste. Atualmente é membro do Conselho de Doutrina.

Coordena o Sistema de Comunicação Rhema, organização voltada à difusão do evangelho por meio do rádio, TV, Jornal e multimídia, projeto iniciado em meados dos anos 90 quando criou a rádio Rhema – Emissora de baixa potência. Precursor da chamada blogosfera, é membro da UBE - União de Blogueiros Evangélicos. Seu blog; Point Rhema tem números expressivos de acessos, ultrapassando a marca de 2,5 milhões de visitas.

Na literatura é o autor de dois livros; - Em Revista - e - Devocionais de um coração aquecido -, com maioria de textos publicados originalmente na página virtual. Carlos Roberto Silva também recebeu em 2015 da Câmara Municipal de Cubatão o título de cidadão cubatense e tem diversas medalhas de honra ao mérito por serviços prestados.

Por Almir Júnior
Jornalista
Assessor de Imprensa da AD Cubatão

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Subsídio para Escola Dominical - 1º Trimestre de 2016 / CPAD - Lição 7 - As Bodas do Cordeiro.



Lição 7: As Bodas do Cordeiro
Data: 14 de Fevereiro de 2016

TEXTO ÁUREO

E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus” (Ap 19.9).[Comentário: Um espetacular contraste entre esta festa abençoada e a horrível festa dos versículos 17-18. A Ceia das Bodas do Cordeiro é a comunhão da bem-aventurança eterna, prenunciada pela Ceia do Senhor, ao invés de uma refeição literal.]

VERDADE PRÁTICA

Nas Bodas do Cordeiro todos os salvos em Jesus Cristo estarão reunidos e viverão para sempre com o Senhor.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — Lc 22.30 - Todos os salvos se assentarão à mesa com Jesus
Terça — Ap 5.9 - Jesus comprou homens e mulheres de todas as nações
Quarta — Ap 22.14 - Bem-aventurados os que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro
Quinta — 1Ts 4.17 - Os crentes que estiverem vivos na vinda de Jesus serão arrebatados
Sexta — 1Ts 5.23 - Que o Deus de paz nos santifique em tudo até a vinda de seu Filho
Sábado — Lc 13.29 - Os salvos virão de todos os lados para estarem à mesa no Reino de Deus

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 22.1-14.
1 — Então, Jesus, tomando a palavra, tornou a falar-lhes em parábolas, dizendo:
2 — O Reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 — E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
4 — Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.
5 — Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio;
6 — e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 — E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, e, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 — Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9 — Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes.
10 — E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
11 — E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial.
12 — E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu.
13 — Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o e lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
14 — Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.

HINOS SUGERIDOS

237, 457 e 492 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL

Saber que todos os salvos em Jesus Cristo estarão reunidos nas Bodas do Cordeiro.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

  • I. Mostrar o que será as Bodas do Cordeiro;
  • II. Explicar as consequências da rejeição ao convite do Cordeiro;
  • III. Compreender que somente a Noiva do Cordeiro se assentará à mesa do Rei.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Na lição de hoje estudaremos a respeito do glorioso encontro da Igreja, a Noiva de Cristo, com o seu Noivo. Este encontro é chamado de Bodas do Cordeiro, e somente os salvos em Jesus Cristo poderão participar. As Bodas do Cordeiro será a conclusão do maior Plano Redentivo da história da humanidade, onde todos os salvos vão ter a honra de se assentar à mesa do Rei. Neste mundo cruel, muitos crentes sofrem escárnio, zombaria, rejeição e até morrem por não negar a sua fé, mas vale a pena ser fiel ao Senhor e se preparar para as Bodas do Cordeiro, quando ali seremos honrados pelo Noivo.
Incentive seus alunos a permanecerem fiéis ao Noivo, pois devido à infidelidade de alguns, muitos estão abandonando a Noiva de Cristo. O Senhor Jesus nos ama e jamais nos decepcionará. Que você e seus alunos venham olhar para Ele, pois em breve virá nos buscar e nos assentaremos à sua mesa.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Após galardoar seus servos fiéis, no seu Tribunal, Jesus conduzirá a Igreja às mansões celestiais, onde será servida a grande Ceia do Senhor. Na lição de hoje estudaremos este evento glorioso. Veremos que os salvos de todos os lugares da Terra, em todos os tempos, ao longo da História, estarão reunidos, sob os olhares dos milhões de anjos, querubins, serafins e demais seres celestiais, participando da celebração do maior evento do universo. [Comentário: Em muitos trechos do Novo Testamento a relação entre Cristo e a Igreja é revelada pelo uso de figuras do noivo e da noiva, tais como Jo 3.29, Rm 7.4, 2Co 11.2, Ef 5.25-33, Ap 19.7,8, e 21.122.7. Na translação da Igreja, Cristo aparece como o noivo que leva a noiva consigo, para que o relacionamento que foi prometido seja consumado e os dois se tornem um. A Ceia das Bodas do Cordeiro é a comunhão da bem-aventurança eterna, prenunciada pela Ceia do Senhor, ao invés de uma refeição literal. Este glorioso evento terá seu inicio tão logo termine o Tribunal de Cristo. As Bodas do Cordeiro será o enlace matrimonial entre Cristo e a Igreja. Será a sua abertura com louvor (Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos - lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro - Ap 19.7); A esposa estará preparada (e já a sua esposa se aprontou - Ap 19.8); Enquanto a meretriz, a falsa igreja é julgada; a verdadeira igreja, a noiva do Cordeiro é honrada. Enquanto a meretriz tem suas vestes manchadas de prostituição e violência, as vestes da noiva do Cordeiro são o mais limpo, o mais puro e o mais fino dos linhos. A noiva se atavia, mas as vestes lhe são dadas – A igreja se santifica, mas essa santificação vem do Senhor. A igreja desenvolve a sua salvação, mas é Deus quem opera em nós tanto o querer como o realizar! Será celebrada a Ceia do Senhor (Bem-aventurado aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro – Ap 19.9). Cristo mesmo servirá à mesa (Em Verdade vos digo que se cingirá, e os fará assentar `a mesa, e, chegando-se, os servirá. Lc 12.37); Os crentes do Velho Testamento participarão desta festa (e assentar-se-ão `a mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos Céus - Mt 8.11). Os mártires da Grande Tribulação não participarão desta festa.] Let's think maturely Christian faith?


PONTO CENTRAL

Todos os salvos em Jesus Cristo vão participar das Bodas do Cordeiro.

I. AS BODAS DO CORDEIRO

1. O que será? Será o encontro glorioso, já nos céus, entre Cristo e sua Igreja amada: “Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou” (Ap 19.7). Os chamados “casamentos do século” nem de longe podem comparar-se às Bodas do Cordeiro. Jesus previu esse acontecimento: “E eu vos destino o Reino, como meu Pai mo destinou, para que comais e bebais à minha mesa no meu Reino” (Lc 22.29,30). Na visão do Apocalipse, João teve o privilégio de registrar o anúncio do grande acontecimento, que marcará para sempre a união entre Cristo e sua Igreja. [Comentário: As bodas ou casamento é do filho do Rei, o Senhor Jesus Cristo e sua noiva, a Igreja, sendo o local do casamento o grande dia final do Tribunal de Cristo, enquanto na terra, estará se findando a Grande Tribulação. O termo "bodas" vem do latim "vota", isto é, "votos", em alusão aos votos matrimoniais por ocasião do casamento. É uma festa de casamento. O termo é também plural porque tal festa durava sete dias e até 14 dias (Jz 14.12). Na festa, a alegria, solidariedade, entrega de presentes, paz, comunhão, comida farta, quebra copos e todos os costumes judaicos numa festa de casamento aconteciam ao som de muita música e com danças típicas. Isto nos leva a pensar na alegria e gozo imensuráveis que experimentaremos logo após o Tribunal de Cristo, quando nos sentaremos à mesa com Cristo, o nosso salvador.]
2. Quem poderá participar destas bodas? Todos os salvos em Jesus Cristo. João viu a multidão incalculável de remidos por Cristo que estarão com Ele nos céus (Ap 5.11). A Noiva do Cordeiro (a Igreja) é composta dos cristãos verdadeiros e dos crentes de todas as épocas. [Comentário: Os bem-aventurados convidados para as bodas e a noiva são as mesmas pessoas – v. 9. Essa é uma subreposição de imagens. A noiva é a igreja e os convidados para as bodas são todos aqueles que fazem parte da igreja. Os convidados e a noiva são uma e a mesma coisa. A igreja é o povo mais feliz do universo. A eternidade será uma festa que nunca acaba. As Bodas do Cordeiro constituem um acontecimento que, evidentemente, inclui Cristo e a Igreja. Com base em Daniel 12.1-3 e Isaías 26.19-21, a ressurreição de Israel e dos santos do Antigo Testamento não ocorrerá até a segunda vinda de Cristo. Apocalipse 20.4-6 esclarece que os santos da tribulação também não ressuscitarão até aquele dia. Embora fosse impossível eliminar esses grupos da posição de observadores, eles não ocupam a posição de participantes do acontecimento em si.]
3. Quem ficará de fora deste glorioso evento? A Palavra de Deus nos assegura que ficarão de fora todos os que não se mantiveram fiéis e puros até a volta de Jesus, porém, Apocalipse 22.15 apresenta uma relação, mais detalhada, dos que ficarão de fora das Bodas do Cordeiro. Não poderão participar: “os cães, os feiticeiros e os que se prostituem, e os homicidas, os idólatras e qualquer que ama e comete a mentira” (Ap 22.12-15). A palavra “cães” é vista também em Filipenses 3.2 com o mesmo sentido. Os “cães” são provavelmente os maus obreiros, aqueles que “matam”, dispersam e exploram as ovelhas do Senhor Jesus. Quanto à prostituição, o termo pode se referir tanto à venda do corpo quanto a qualquer tipo de relação sexual ilícita. Deus criou o sexo e estabeleceu leis imutáveis. Na Bíblia, temos esses preceitos em vários textos como em Mateus 5.32; 15.19; 19.9 (relações ilícitas); 1 Coríntios 5.1 (fornicação); 6.18; 7.2 (impureza); Apocalipse 17.2 (devassidão). As Escrituras Sagradas hoje nos advertem: “Que vos abstenhais da prostituição”. [Comentário: Todos os malfeitores serão banidos da cidade santa não somente para serem punidos pelo seu mal, mas para que a cidade fique livre da contaminação. A firmeza de propósito de Deus em excluir o mal do reino definitivo é uma bênção e um encorajamento para os santos. De algum modo, o rei providenciou vestes festivas para os convidados desafortunados, a fim de que se trajassem adequadamente para as núpcias. Qual o sentido simbólico da "veste nupcial?" Significa despojar-se das vestes antigas, dos andrajos do pecado, e vestir-se com trajes santos, purificados com o sangue do Cordeiro (Mt 22.11). Os judeus contemporâneos de Paulo, se referiam aos gentios como ‘cães’, pois os cães são animais impuros segundo a Lei: ‘Mas Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos; porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos’ (Mc 7.27). Jesus também usa esta expressão para aqueles que não têm cuidado com as coisas de Deus: “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mt 7.6). Em Fp 3.2 "Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão", Paulo associa o termo aos "maus obreiros", que são aqueles que não usam bem os recursos que Deus lhes dá e apenas fingem trabalhar na obra (pense na parábola dos talentos) e os da "circuncisão", que eram aqueles que obrigavam os cristãos a se circuncidarem e a guardarem a Lei de Moisés (a epístola aos Hebreus foi escrita para suas vítimas). Ap 22.15 apresenta uma relação de pessoas que não serão salvas, isso deve nos encorajar a investir em missões e alcançá-los.]

SÍNTESE DO TÓPICO (I)

As Bodas do Cordeiro será o encontro glorioso do Senhor Jesus Cristo com a sua Noiva.

SUBSÍDIO ESCATOLÓGICO

“A Bíblia descreve muitos casamentos. O próprio Deus celebrou o primeiro de todos os casamentos (Gn 2.18-25). Dentre alguns casamentos célebres, podemos destacar o de Jacó e Lia, o de Rute e Boaz, o de Acabe e Jezabel, e o casamento em Caná, onde Jesus realizou seu primeiro milagre.
No entanto, o mais maravilhoso dos casamentos ainda está por vir. Jesus profetizou acerca dele por meio de parábolas (Mt 22.2; 25.1; Lc 12.35,36) e João descreveu o que Deus lhe mostrou em uma visão: ‘Regozije-mo-nos, e alegremo-nos, e demo-lhes glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou’ (Ap 19.7).
O anfitrião deste casamento será Deus Pai. Ele é descrito preparando a cerimônia e enviando seus servos para chamar os convidados (Lc 14.16-23). O noivo é Jesus Cristo, o Filho amado do Pai. Em João 3.27-30, João Batista referiu-se a Jesus como ‘esposo’ e a si mesmo como o ‘amigo do esposo’. Em Lucas 5.32-35, Jesus, em uma alusão à sua morte, disse: ‘Dias virão, porém, em que o esposo lhe será tirado, e, então, naqueles dias, jejuarão’” (LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, pp.105-6).

II. A REJEIÇÃO AO CONVITE DO CORDEIRO

1. O convite ao povo de Israel. Na parábola das Bodas, que se encontra em nossa Leitura Bíblica em Classe, Jesus quis antecipar o que acontecerá com os que não estiverem preparados para entrar nos céus. No texto de Mateus 22.1-14, vê-se que “um certo rei celebrou as bodas de seu filho” [...] (v.2). Esse rei representa Deus, o Pai, que já preparou tudo nos céus para as bodas do Cordeiro, de seu Filho Jesus Cristo. Num primeiro momento, aquele rei manda “seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir” (v.3). Refere-se aos judeus, que, durante séculos, não quiseram ouvir os profetas que lhes transmitiram a Palavra de Deus, convidando-os para viverem com Ele. Atualmente, muitos também não dão ouvidos aos profetas do Altíssimo que têm alertado a Igreja quanto à volta do Rei. [Comentário: Dois insistentes convites são feito a Israel: 1º Convite - Mt 22.3 “E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir”; 2º Convite - Mt 22.4 “Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas. 5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio”. No primeiro convite a resposta foi seca e mal-educada, devido à insistência do rei arranjaram desculpas para se justificarem por não irem. Assim também os homens estão a responder ao apelo da salvação de maneira mal-criada e irresponsável, depois da perseverança e insistência da Igreja em convidá-los inventam desculpas esfarrapadas como: “Tenho minha religião”, “Não tenho tempo para a Igreja”, “Tenho receio de meus familiares”, e “Já sou crente”.]
2. A tragédia dos que rejeitaram a Deus. Por rejeitarem a Deus e ao seu Filho, os judeus vêm sofrendo ao longo dos tempos. Eles sofreram com os cativeiros assírio e babilônico, onde amargaram a dor por causa de sua desobediência. No ano 70 d.C., Jerusalém foi invadida pelos romanos, sob o comando do general Tito, e todos foram dispersos e perseguidos por várias nações. Até hoje, Israel como um todo sofre por não reconhecer Jesus como o Messias. Mas há um remanescente que será salvo (Rm 9.27; Ap 7.4-8). [Comentário: Em Rm 9.27, Paulo cita Is 10.22,23 e 1.9 para confirmar que Deus, em sua misericórdia, preservou um remanescente do Israel físico. Se ele não tivesse agido assim, toda a nação apóstata teria sido aniquilada.]
3. O Rei convida a todos. Na parábola das Bodas (Mt 22.1-14) o rei envia o convite a todos que pertencem ao seu reino, porém seus súditos não quiseram comparecer às bodas. Estes que tiveram a liberdade de rejeitarem o convite referem-se a Israel. No entanto, nas Bodas do Cordeiro, todos os que rejeitarem o convite de Jesus Cristo (judeus e gentios) serão excluídos eternamente da presença e da comunhão do Filho de Deus. [Comentário: Três classes de pessoas convidadas no primeiro convite (vv.3-6).
a- Indiferentes - Não davam nenhum valor ao rei e nem a seu filho.
b- Ingratos - Não foram agradecidos por serem convidados, acharam-se merecedores de maior dádiva ainda.
c- Homicidas - Violentos e assassinos. Ultrajaram e mataram os servos do Rei (Mt 22.6). Provocaram o rei à ira.
No último convite revela a justiça divina irmanada à misericórdia. Segundo o costume, esses convidados não eram dignos, isto é, eram pessoas comuns, discriminadas pela sociedade e não desfrutavam da amizade do Rei (Mt 22.8). Estes homens, rejeitados pelos judeus, foram receptivos ao convite régio e encheram o palácio para as bodas. Os servos do monarca foram pelos caminhos e convidaram a todos que encontraram, tanto os maus como os bons (Mt 22.10). É interessante notar que o texto se refere "às saídas do caminho", indicando não apenas as pessoas dentro dos limites de Israel, mas a tantos quantos fossem encontrados fora de suas fronteiras. O livro de Atos dos Apóstolos é um testemunho de que o evangelho ultrapassou os limites de Israel. Ao recusarem o convite real, os judeus mostraram ser menos dignos do que os gentios (Rm 11.11; 15.27; 9.20-21).]

SÍNTESE DO TÓPICO (II)

Todos que rejeitaram o convite de Jesus Cristo serão excluídos eternamente da presença do Rei.

SUBSÍDIO ESCATOLÓGICO

“A Tragédia da Oportunidade Perdida
Enquanto esperamos pela volta do Senhor não podemos ficar na ponta dos pés, a cada momento, olhando para o céu. A vida precisa continuar. Este é o verdadeiro argumento da parábola das dez virgens: Cristo pode postergar o seu retorno e, se assim for, devemos manter a nossa esperança, continuar aguardando e, enquanto isso, continuar a servi-lo fielmente. Aqueles que não levam em conta que o Senhor pode demorar mais do que esperam, no fim, irão se encontrar desesperados quando estiverem diante de um futuro que não planejaram. Então, quando o Senhor voltar realmente, eles se sentirão envergonhados (cf. 1Jo 2.28 — ARA).
A única maneira de nos certificar se estamos prontos para a volta do Senhor é nos mantermos prontos todos os dias. O bom senso deverá nos ensinar que, de qualquer forma, essa é a única perspectiva adequada sobre o futuro. Afinal de contas, não sabemos quando vamos morrer. Isso pode acontecer a qualquer momento, mesmo que o Senhor atrase a sua volta por mais uma geração. Precisamos estar sempre preparados para a morte, assim como para a volta do Senhor, porque de qualquer maneira iremos enfrentar um julgamento (Hb 9.27). Estar preparado para a volta do Senhor irá, portanto, preparar-nos também para enfrentar a morte.
Enquanto isso, devemos continuar a nossa vida e fazer o nosso trabalho, planejando para o futuro com sabedoria e santo entendimento. Aqueles que pensam que o iminente retorno do Senhor cancela toda necessidade de um planejamento prudente, não entendem o que a Escritura está esperando de nós” (MACARTHUR, John. A Segunda Vinda. 4ª Edição. RJ: CPAD, 2013, pp.165,66).

III. A NOIVA DO CORDEIRO

1. Assentados à mesa do Rei. Os crentes do Antigo Testamento juntar-se-ão aos fiéis da Igreja, num só grupo, para assentar-se à mesa do Rei: “E virão do Oriente, e do Ocidente, e do Norte, e do Sul e assentar-se-ão à mesa no Reino de Deus” (Lc 13.29). Será a consagração gloriosa de todos os salvos que venceram as lutas, obstáculos e barreiras e mantiveram-se limpos, puros: “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos” (Ap 3.5). Jesus apresentará sua Noiva “sem mancha, nem ruga, nem coisa semelhante” (Ef 5.27). [Comentário: Quero alargar aqui a visão concisa da lição. É necessário distinguir as bodas do Cordeiro da Ceia de Casamento. As bodas do Cordeiro referem-se particularmente à Igreja e ocorrem no céu. A Ceia de Casamento inclui Israel e ocorre na terra. Em Mateus 22.1-14, em Lucas 14.16-24 e em Mateus 25.1-13, trechos em que Israel aguarda o retorno do noivo e da noiva, a festa ou a Ceia de Casamento é localizada na terra e tem referência especial a Israel. A Ceia de Casamento torna-se então uma parábola de todo o período do milênio para o qual Israel será convidado durante o período tribulacional, convite que muitos rejeitarão, sendo por isso lançados fora, e muitos aceitarão e serão recebidos. Por causa da rejeição, o convite será estendido aos gentios, de sorte que muitos deles serão incluídos. Israel, na segunda vinda, estará esperando que o Noivo venha para a cerimônia de casamento e o convide para aquela ceia, na qual o Noivo apresentará Sua noiva para os amigos (Mt 25.1-13).]
2. As características da Noiva do Cordeiro. Vejamos algumas de suas principais marcas: [Comentário: No Oriente, o noivado é tão sério quanto o casamento. Na história bíblica a mulher comprometida em noivado era chamada esposa e, apesar de não estar unida fisicamente ao noivo, ela estava obrigada à mesma fidelidade como se estivesse casada (Gn 29.21; Dt 22.23,24; Mt 1.18,19). A Igreja é a esposa de Cristo porque está comprometida com Ele (Ap 19.7; 21.9; 22.17). Naqueles dias, não era aceito que alguém entrasse numa festa sem estar adequadamente vestido. Trazendo isto para a realidade espiritual, entendemos que é impossível estar na celebração maior do Reino de Deus sem o traje festivo. Os convidados sem traje nupcial representam aqueles que pensam ser capazes de servir a Deus de qualquer modo, sem demonstrar os sinais da obra purificadora do Calvário. Quem está vestido com sua própria justiça não tem direito de entrar na festa. Somente aqueles que estão trajados com a "justiça dos santos" (Ap 19.8). “O ‘linho fino’ do vestido da Igreja (vv.7,8) são os ‘atos de justiça dos santos’, indicando, portanto, resultado de julgamento do tribunal de Cristo. Para que isso aconteça aqui, a Igreja terá subido antes.]
a) É fiel. Mesmos enfrentando as intempéries da vida, a Igreja, com a ajuda do Espírito Santo, permanecerá fiel ao seu Noivo. Hoje em dia, infelizmente, temos visto a infidelidade de muitos crentes. Estes são infiéis a seus cônjuges, pastores, igreja e ministério.
b) É santa. Só pode ser “Igreja” quem é santo (1Pe 1.15); quem vive em santificação (Hb 12.14).
c) Não dá lugar ao mundo. Vivemos neste mundo, mas não pertencemos a ele. Não podemos aceitar sua maneira de pensar (Rm 12.2). A Palavra de Deus nos adverte: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1Jo 2.15).
d) Espera pelo seu Noivo. A Igreja aguarda com ansiedade o glorioso dia em que vai se encontrar com o seu Noivo. Esta é a nossa verdadeira esperança.
e) Adora a Deus. Como Igreja do Senhor precisamos adorá-lo em espírito e em verdade (Jo 4.23). Quando nos reunimos como Igreja temos de ter a consciência de que o mais importante é a adoração a Deus. Muitos, infelizmente, vão à Igreja, não para adorar ao Senhor, mas apenas para serem vistos pela liderança ou para cuidarem dos seus próprios interesses.
f) Proclama a mensagem do Noivo. Jesus mandou seus servos proclamarem o Evangelho por todo o mundo, a toda a criatura (Mc 16.15). [Comentário: A noiva deve permanecer pura e bela para o futuro esposo, sem manchas ou imperfeições morais e espirituais, sempre refletindo a luz e a glória do Noivo num mundo cada vez mais tenebroso; A noiva deve se manter fiel ao noivo, às doutrinas, à fé, à esperança, à Palavra de Deus, não tolerando heresias ou falsos profetas; A noiva deve amar o noivo e somente o noivo, sendo-lhe inteiramente dedicada, santificada e consagrada, sem “flertar” com o mundo; A noiva deve manter seu compromisso com o Noivo, assumido no momento em que aceitou o sacrifício na Cruz do Calvário como prova máxima do amor e do sacrifício de Cristo – esta é a verdadeira aliança que a une ao Noivo; Finalmente, a noiva deve aguardar ansiosamente o dia do casamento e estar preparada para a volta de Cristo, a fim de celebrar as núpcias reais – seguindo o bom exemplo das cinco virgens prudentes (Mt 25.1-13). A Igreja, que foi o plano de Deus para a época presente, é agora vista transladada, ressuscitada, apresentada ao Filho pelo Pai e transformada no objeto por meio do qual a glória eterna de Deus se manifesta para sempre. A presente era testemunhará o início, o desenvolvimento e a conclusão do propósito de Deus, a fim de ‘constituir dentre eles um povo para o seu nome’ (At 15.14).]

SÍNTESE DO TÓPICO (III)

A Noiva de Cristo vai assentar-se à mesa com o Noivo.

SUBSÍDIO ESCATOLÓGICO

“As Bodas do Cordeiro
Quando Jesus aparecer para destruir o Anticristo e as suas tropas, os exércitos dos céus seguirão a Jesus, montados em cavalos brancos (que simbolizam o triunfo) ‘e vestidos de linho fino, branco e puro’ (Ap 19.14). Esse fato identifica-os com a noiva do Cordeiro (a Igreja) que participam das bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9). Isto significa que já estiveram no céu, e já estão plenamente vestidos da ‘justiça dos santos’ (v.8). Esse fato também deixa subentendido que aqueles atos de justiça já estão completos, e que os crentes foram ressuscitados, transformados e levados ao céu. Ficaria subentendido, também, que já tinham comparecido diante do tribunal de Cristo (2Co 5.10). Que tempo de alegria e deleite aquelas bodas serão!” (HORTON, Stanley.Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 1996, p.639).

CONCLUSÃO

Diante da revelação acerca do futuro glorioso da Igreja, vale a pena buscar a santificação para poder participar dessa maravilhosa festa celestial. Nas Bodas do Cordeiro, só haverá alegria, com a presença de bilhões de crentes salvos, de todo o mundo, de todos os tempos, rodeados de anjos, do arcanjo, de querubins, serafins, dos quatro seres viventes e dos vinte e quatro anciãos. [Comentário: “Se seguimos a Cristo, somos parte do corpo de cristãos formado pela Igreja universal. Nossa verdadeira identidade é gloriosa, como a da noiva no dia do seu casamento. É uma identidade que nos posiciona para a ação. A igreja é amada e escolhida, investida de poder por Deus e separada para servir. Quando falamos da igreja irresistível, referimo-nos a uma igreja local da qual as pessoas jamais se cansam. Muito mais importante que isso, no entanto, é o fato de o título nos lembrar da nossa verdadeira identidade como a noiva de Cristo e de que vivemos à luz dessa identidade. O título significa que estamos no processo de desenvolver as características que nos tornam gloriosos como noiva. No fim, uma igreja é reconhecida como irresistível porque reflete a glória de Cristo – aquele que de fato é irresistível”  (Wayne Cordeiro – A igreja irresistível, páginas 155/156). Em breve Cristo voltará como o Rei dos reis e Senhor dos senhores. É Cristo o senhor da sua vida hoje? Você está preparado para se encontrar com Cristo? Vigie para que aquele grande dia não o apanhe de surpresa. ] “NaquEle que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8)”,
Francisco Barbosa
Campina Grande-PB
Fevereiro de 2016


PARA REFLETIR

A respeito da Escatologia Bíblica, responda:

O que acontecerá depois que os servos fiéis forem galardoados?
Após galardoar seus servos fiéis, no seu Tribunal, Jesus conduzirá a Igreja às mansões celestiais, onde será servida a grande Ceia do Senhor.
O que serão as Bodas do Cordeiro?
Será o encontro glorioso, já nos céus, entre Cristo e sua Igreja amada.
Quem participará das Bodas do Cordeiro?
Todos os salvos em Jesus Cristo.
Quem ficará de fora das Bodas do Cordeiro?
Todos os que rejeitarem o convite de Jesus Cristo (judeus e gentios) serão excluídos eternamente da presença e da comunhão do Filho de Deus.
Quais as características da Noiva do Cordeiro?
Santa, fiel e adoradora.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

As Bodas do Cordeiro

Após o episódio do julgamento das obras no Tribunal de Cristo, virá o tempo das Bodas do Cordeiro. Antes de prosseguir a explicação, dê uma relembrada no caminho que você já fez com a classe ao longo das seis lições anteriores. Por intermédio do gráfico, abaixo, mostre a dimensão linear dos acontecimentos, lembrando que a imagem é apenas para fins didáticos:
ARREBATAMENTO > GRANDE TRIBULAÇÃO
TRIBUNAL DECRISTO
BODAS DO CORDEIRO

Então, explique a classe que até o momento, apesar de não termos visto ainda o tema da Grande Tribulação, vimos um evento que ocorrerá paralelamente à Grande Tribulação, o Tribunal de Cristo, e, nesta lição, nos deteremos ao outro evento que ocorrerá simultaneamente a Grande Tribulação: As Bodas do Cordeiro.
A palavra “bodas” quer dizer: enlace matrimonial, casamento, festa ou banquete em que se celebram as núpcias. É um momento de festa e de alegria o noivo e a noiva que farão um voto de casamento até que a morte os separe. Na Escatologia Bíblica, o período que lembra esse momento íntimo entre o noivo e a sua noiva, isto é, Jesus Cristo e a sua Igreja.
Em uma passagem dos Evangelhos, quando próximo da sua crucificação, na verdade em sua última Páscoa com os discípulos, nosso Senhor disse: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nunca mais beberei deste vinho até o dia em que beber com vocês um vinho novo no Reino de Deus” (Mc 14.25). É bem significativo que o apóstolo João escreva no livro do Apocalipse esta mensagem: “Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro” (19.9). O cumprimento dessa bem-aventurança se dá exatamente no advento das Bodas do Cordeiro.
Nas Bodas do Cordeiro, os crentes foram plenamente adornados de atos de justiça, pois já estiveram diante do Tribunal de Cristo, foram ressuscitados, transformados e levados ao céu. Assim como temos um momento de intimidade com Cristo por intermédio da comunhão da Ceia do Senhor, as Bodas do Cordeiro é o momento mais íntimo de Cristo com a sua Igreja. É o tempo de refrigério, de glória, de graça e de alegria. É um tempo que marcará a consumação da redenção dos santos. Portanto, de fato, é bem-aventurado quem passa pelas Bodas do Cordeiro. O momento do nosso encontro com Jesus Cristo, o Rei dos reis, é o momento para além da história, em que todo crente estará para sempre com o Senhor.