domingo, 10 de agosto de 2014

Três PAIS de destaque.


Mais um Dia dos Pais! Destaco três Pais para homenagear todos os pais, pela passagem deste grande dia.

PARABÉNS!

FELIZ DIA DOS PAIS

 Meu pai Antonio Domingos, que é o mais importante pai
que existe neste mundo.




 Pastor Maildson Fernandes,  que é um exemplo de
 pai para mim.




 Pastor Martim Alves da Silva, que tem agido ao longo de quase 30 anos como um verdadeiro pai para minha pessoa, minha família e o  meu ministério.
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Grande Festa de Inauguração do Templo Sede da Assembleia de Deus Internacional - ADDI


Celebrando seus 35 Anos de fundação, a ADDI fará inauguração do Templo Sede no Brasil, nos dias 23 e 24 de agosto, em Goiania-GO. A cerimônia de inauguração será presidida pelo Pr. Gilmar Xavier, que é o presidente da Assembleia de Deus Internacional.
Com a inauguração do Templo Sede, a ADDI passará a contar com quatro templos de adoração a Deus no estado de Goiás.






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sábado, 9 de agosto de 2014

Subsídio Escola Dominical - Lição 06 CPAD - A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS.

A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS
Texto Áureo Tg. 2.8,9 – Leitura Bíblica Tg. 2.1-13



INTRODUÇÃO
Calvino dizia que a salvação é somente pela fé, mas essa não vem sozinha, vem acompanhada de boas obras. Na aula de hoje estudaremos a respeito da verdadeira fé, que justamente se manifesta pelas obras, que comprovam a salvação. Destacaremos também que as atitudes dos cristãos são respaldadas no amor, sendo este o grande mandamento. Ao final, veremos que uma das formas de demonstrar essa fé verdadeira é o fato de não fazermos acepções de pessoas, independentemente da sua condição socioeconômica.

1. A FÉ VERDADEIRA
A palavra fé, no grego do Novo Testamento, é pistis e tem significados diversos, dependendo do contexto. Pode significar o ato de crer em Deus (Mc. 11.22; I Ts. 1.8; I Pe. 1.21; Hb. 6.1). Nas Epístolas de Paulo aos Romanos e Gálatas, o tema central é a justificação por meio da fé, e não pelas obras (Rm. 3.28, 30; 4.5-16; 5.1,2; 9.30-32; Gl. 2.16; 3.13-24; 5.5). Paulo destaca a relação entre fé e obras na justificação. A justificação é recebida pela fé, mas a fé verdadeira resulta em obediência (Rm. 1.5; 16.26; Gl. 5.6; I Ts. 1.3; I Tm. 1.5; Tt. 1.1). As declarações paulinas estão em consonância com a mensagem de Tiago, ressaltando que a fé verdadeira é demonstrada por meio de boas obras (Tg. 2.14-20). A análise comparada dessas PASSAGENS de Tiago e Paulo mostrará que elas, ao invés de se contradizerem, se complementam. A fé, em algumas passagens bíblicas, se refere à doutrina cristã (Tg. 2.17; Fp. 1.27; I Tm. 1.13; Tt. 2.2; Jd. 3). É nesse sentido que existe apenas uma esperança, uma fé e um só batismo (Ef. 4.5). Além desses significados, a palavra fé carrega o sentido de convicção, certeza da fé em Jesus Cristo, ou mesmo da operação de um milagre, associada ao dom espiritual (I Co. 12.9). A palavra fé também pode ser traduzida por fidelidade, mais próxima do fruto do Espírito (Gl. 5.22). Essa é a fé de Hb. 11.1,6, que se manifesta através de uma entrega incondicional a Cristo, mesmo diante das situações adversas, e momentos de perseguição (Ap. 14.12). A fé destacada por Tiago em sua Epístola deve ser verdadeira, ou seja concretizada por meio de atitudes. E essas, por sua vez, estão fundamentadas no amor. O amor, conforme ensina Paulo, é o cumprimento dos mandamentos (Rm. 13.8-10), de modo que quem ama não precisa de lei (Gl. 5.23). O evangelho nos libertou da dimensão legal, os preceitos mundanos não têm mais controle sobre nós (Rm. 6.18), considerando que, em Cristo, a justiça do crente excede a dos fariseus (Mt. 5.20). Isso porque Deus já colocou a Sua lei em nossos corações, ela está agora em nosso íntimo, é por meio desta que nos conduzimos (Jr. 31.33).

2. MANIFESTADA PELAS OBRAS
A lei dos homens tem como objetivo determinar os limites e conduzir as ações, tendo em vista a propensão para a desobediência. Para alguns estudiosos essa é a lei real, que se fundamenta nos princípios morais (Tg. 2.8). A lei, a partir da qual os cristãos vivem, é proveniente de Deus, não dos homens. Essa é a lei da liberdade, por analogia é representada na saída do povo de Israel do Egito (Ex. 20.2). Os cristãos são livres para servirem a Deus, não dependem mais de imposições humanas. O amor de Cristo nos constrange para a obediência, de modo que, como declarava Agostinho, podemos fazer o que quisermos, ainda que não o faremos, tendo em vista que o amor nos limitará. A lei que impera sobre nós é a da obediência (At. 5.32), o pecado nos escravizava, mas a obediência nos liberta (Hb. 10.16,17). Isso não quer dizer que estamos isentos de pecar, se dissermos que não temos pecado fazemos Deus mentiroso (I Jo. 1.8). Mas podemos descansar na convicção de que temos um Advogado, Jesus Cristo, que nos purifica de todo pecado (I Jo. 2.1). Fato é que todos aqueles que são nascidos de Deus não vivem mais na prática do pecado (I Jo. 3.9). Aqueles que se acostumam com o pecado se tornarão alvo do julgamento divino. O autor da Epístola aos Hebreus dirige uma palavra de advertência àqueles que voltam na caminhada da fé (Hb. 6.1-10), esse estão na trilha da apostasia, que finda em perdição. O juízo de Deus se voltará contra todos aqueles que não levam a sério a mensagem do evangelho, esses serão culpados do vitupério de Cristo. Essa mensagem é oportuna nos dias atuais, marcados pelo desprezo e falta de seriedade em relação à fé cristã. Alguns crentes estão com a mente cauterizada, por não se espelharem na Palavra de Deus, não conseguem mais perceber suas transgressões (I Tm. 4.2). Sobre esses sobrevirá maior julgamento, pois depois de conhecerem a verdade, dela se distanciaram, como a porca lavada que retorna ao lamaçal (II Pe. 2.22).

3. NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS
Existem várias maneiras de demonstrar falta de fé verdadeira, uma delas é a parcialidade, demonstrada na acepção de pessoas. Essa é uma prática social bastante comum, advertida por Deus ainda no Antigo Pacto (Lv. 19.15). O Senhor Deus de Israel identificou-se com os pobres e as viúvas, geralmente esquecidas pela sociedade (Dt. 10.17,18). As glórias humanas podem nos distanciar do valor que as pessoas têm, mas não podemos nos esquecer da glória de Cristo, que se fez pobre, mesmo sendo o próprio Deus (II Co. 8.5). João viu a Sua glória, como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade (Jo. 1.14). Por isso não podemos discriminar os pobres por causa da sua condição socioeconômica. Os ricos comentem três pecados, de acordo com Tg. 2.6: 1) desprezam os pobres; 2) arrastam os pobres para os tribunais; e 3) blasfemam o nome de Cristo. A igreja cristã não pode demonstrar favoritismo, muito menos fazer discriminação entre ricos e pobres. Com Jesus aprendemos a não julgar as pessoas pelas aparências (Jo. 7.24), seja pelo veículo que possui ou roupas que vestes. Ter riqueza não é pecado em si mesmo, na Bíblia temos exemplos de homens piedosos, que foram ricos, tais como Abraão (Gn. 13.2) e Jó (1.3). Mas essa não é uma regra geral, como querem estabelecer os adeptos da famigerada Teologia da Ganância. O mais comum, nas igrejas cristãs, é a pobreza, pois Deus não escolheu os poderosos, antes os mais pobres (I Co. 1.26). Em Cristo todas as barreiras socioeconômicas foram desfeitas, de modo que não existe mais grego nem judeu (Cl. 3.11). Não podemos admitir a acepção de pessoas em nossas comunidades cristãs, as pessoas não devem ser valorizadas pela condição financeira (Tg. 2.2,3). Existem igrejas que segregam as pessoas por motivos diversos, e líderes eclesiásticos que demonstram favoritismo pelos mais ricos. Essa atitude desonra o Senhor, considerando que bem-aventurados são os pobres, porque deles é o reino de Deus (Lc. 6.20).

CONCLUSÃO
Deus não faz acepção de pessoas, não opta pelos pobres, muito menos pelos ricos. Os homens olham para o exterior das pessoas, mas Deus vê a intenção do coração (I Sm. 16.7). Precisamos ter cuidados para não incorrer no engano de olhar pelas pessoas através das LENTES meramente humanas. Isso diferencia a fé verdadeira da falsa, que mostra favoritismo pelas pessoas. Não podemos esquecer que a salvação nos foi dada, por meio da fé em Cristo, para vivemos em novidade de vida, em conformidade com a Palavra de Deus, e não com as doutrinas e pensamentos humanos.

Autor: Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD
BIBLIOGRAFIA
McGEE, V. Living by faith. Nassville: Thomas Nelson, 1982.
MOTYER, J. A. The message of James. Downers Grove, Inter Versity Press, 1985.


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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O Vale de Acor (Os 2. 14,15) Por Marlon Araújo



Quando Acã violou o 8º e o 10º mandamento, como também a lei das coisas oferecidas do SENHOR (Lv 27.28); praticando o pecado da cobiça e do roubo, pegando do anátema; ele e toda sua família, como em um ato de purificação da congregação, foram apedrejados.
O local do acontecimento ficou marcado para sempre sendo rebatizado de O Vale de Acor, esse vale existe até os dias de hoje, entre as terras de Benjamin, ao sul de Jerico.
Na cultura Judaica o povo dizia: que quem passava por esse lugar ficavam perturbado, porque ouviam vozes e gemidos do além; a lenda prosseguiu: já no livro de 1Cr.2.7, Acã é chamado de o perturbador de Israel; e a lenda continua: já no tempo do profeta Elias-Marlon, ou Marlon-Elias, o Rei Acabe chama Elias de o perturbador de Israel; 1Rs.18.17, mais Elias devolver a ironia e diz: o perturbador és tu, 1 Rs.18.18; Acabe tentou chamar Elias de Acã, mais quem era Acã, foi Acabe, pois perturbou muito Israel.
Nessa caminhada cristã, eu aprendi 2 palavras assustadora, uma é deserto, e a outra é vale, ninguém quer agendar um final de semana em nenhum deserto muito menos num vale.
Mais aqui nesse livro que eu sou apaixonado; o SENHOR está atraindo e levando você para esse encontro transformador e passional.
Midbar é o nome de deserto na língua Hebraica, e significa lugar de colocar em ordem: e o Vale de Acor, significa vale da perturbação.
O Vale de Acor remonta uma linda história de conversão; Acor é um memorial, não de ira, maldade ou morte, mas de esperança.
A palavra esperança nesse vs é traduzida como Tiqvah; que vem do verbo Gavah: que significa olhar esperançosamente numa direção.
É maravilhoso saber que em seu sentido original, a palavra esperança na sua etimologia apurada significa esticar como uma corda.
Raabe foi instruída pelos espias, a amarrar um Tiqvah na sua janela como um cordão de resgate.
A esperança, em CRISTO, internalizada e eternizada pela meretriz Raabe, foi motivo de salvação para ela e sua família; já Acã e toda sua família foram mortos nesse lugar; Raabe usou o cordão da esperança, porque escrito está nesse mesmo livro no Cap. 11 vs 4, ELE DIZ: ATRAÍ-OS COM CORDAS HUMANAS, COM LAÇOS DE AMOR.
Que coisa linda! UM DEUS APAIXONADO PELO SER-HUMANO; ao ponto de transformar o teu Vale de Acor num lugar, onde reine amor, paz e alegria, diga adeus a tua perturbação porque JESUS é a nossa porta da esperança.
Não aquela porta da esperança do programa do Silvio santos, que na maioria das vezes era a porta da decepção; porque com DEUS não é assim, certa vez ELE BRADOU NA TERRA EM Jo.10-9, EU SOU A PORTA!
Quando Sansão arrancou os portões da cidade de Gaza, ele caminhou 60Klm, com um peso de 3 toneladas nas costas (Jz.16-3), a exegese interpretativa diz: EIS QUE TENHO POSTO DIANTE DE TI UMA PORTA ABERTA, A QUAL NINGUÉM PODE FECHAR, Ap.3-8.
Uns dos nomes do diabo é ninguém, lembra-se que o tal de ninguém que roubar a sua coroa? Ap.3-11; mais ninguém vai fechar ou entra nessa porta, faraó e seu povo tentou entrar na porta do povo de DEUS, morreu, a Porta é nossa e demais ninguém!
Se você se idêntica com o Vale de Acor (Vale da perturbação), te convido a esticar o cordão da esperança na porta do teu coração.
Acor ficará para trás, assim como o deserto, porque JESUS É A PORTA, E TAMBÉM ESTAR AS PORTAS!!
Marlon Araújo, ministério Palavra de fogo: Jr.23.29.

Autor: Marlon Araújo é Bacharel em Teologia formado na IBMS-RJ , Auxiliar de Trabalho, Articulista da revista AD em Foco, conferencista e casado com irmã Raquel Aráujo e pai de Ysrael David.
Contatos: tel: 33324880 Cel:  88381308-96400059
Email: marlon_profeta86@hotmail.com
Extraído do Blog do Amigo Dc. Cleiton Albino.

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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Pr. Severino Gomes e Irmã Genilda - 30 Anos de Casamento - PARABÉNS!







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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Anão Diplomático é pouco.

Brasil, um anão diplomático na questão de Israel - Por Valmir Nascimento

@Coisas de Judeu
O Estado de Israel respondeu à desastrosa nota divulgada recentemente pelo Ministério de Relações Exteriores do Brasil na qual afirmava considerar inaceitável "a escalada da violência entre Israel e Palestina", e o "uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza". De acordo com matéria do Estadão, o Ministério de Relações Exteriores israelense chamou o País de "anão diplomático". 
"Essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua sendo um anão diplomático", disse o porta-voz Yigal Palmor, segundo o jornal The Jerusalem Post. Palmor destacou ainda que "o relativismo moral por trás dessa atitude faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, que cria problema ao invés de contribuir para solucioná-los". 
A infeliz nota divulgada pelo Brasil revela completo desconhecimento do conflito israelo-palestino e a tendência anti-Israel por parte do comando do Itamaraty, que em nenhum momento sequer censurou o grupo terrorista do Hamas. Uma atuação diplomática no mínimo responsável exigiria pelo menos a análise imparcial do acontecimento, sem emitir juízo de valor antes de compreender toda a extensão do problema.
O que faz do Brasil um "anão diplomático" é o atual perfil ideológico do comando do Estado Brasileiro, no momento conduzido pela esquerda, cuja presidência tem como "assessor especial para Assuntos Internacionais", ele, Marco Aurélio Garcia, o apoiador das ditaduras.
Valmir Nascimento
Jurista, teólogo e mestrando em teologia. Possui pós-graduação em Direito e antropologia da religião. Professor universitário de Direito religioso, Ética e Teologia. Editor da Revista acadêmica Enfoque Teológico (FEICS). Membro e Diretor de Assuntos Acadêmicos da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). Analista Jurídico da Justiça Eleitoral. Articulista em periódicos nacionais. Escritor e palestrante. Presbítero da Assembleia de Deus em Cuiabá/MT.
Fonte: CPADNews

Extraído do Blog Point Rhema do amigo Pr. Carlos Roberto

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

ADDI presidida pelo Pr. Gilmar Xavier, realizou Cruzada Evangelística em Iracoubo na Guiana Francesa.


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Para comemorar os 35 Anos de fundação da Assembleia de Deus Internacional - (ADDI) o Pr. Gilmar Xavier está desenvolvendo uma grande programação de 35 Eventos, que envolverá todas as igrejas que formam a ADDI.
 No último final de semana foi a vez da ADDI na cidade de Iracoubo, que fica a 150 km da capital. 
A Cruzada Evangelística teve como pregador oficial o Pr. Matheus Soares do Rio de Janeiro. Foram duas noites de muita unção de Deus. O evento teve a participação do Coral de Senhoras e de Jovens. 
No encerramento do trabalho foi contabilizada 18 vidas que aceitaram a Cristo como salvador, entre eles estavam jovens e adultos guianenses. 
Segundo o Pr. Gilmar, na Guiana Francesa não é fácil conseguir liberação para realizar cruzadas ao ar livre, mas graças a Deus que a igreja contou com o apoio da prefeita do município que facilitou a autorização, e ainda instalou o palco e a iluminação para o evento.





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