sexta-feira, 15 de setembro de 2017
ADPARAÚ ORANDO PELA NAÇÃO BRASILEIRA
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Fotos da despedida do Missionário JOHNSON DOMINGOS para Cabo Verde-Africa.
Jonhson Domingos falando sobre sua viagem.
Pr. Domingos com o filho Jonhson Domingos.
Irmã Tânia Brito participando da despedida do Missionário Johnson.
O secretário de missões Vaniere Silva entregando livro ao missionário Jonhson.
Equipe de coordenação do projeto AMIGOS DA AFRICA
sábado, 5 de agosto de 2017
Missionário JOHNSON DOMINGOS, viajará dia 16 de Agosto, para a segunda Temporada de Missões na África, mais precisamente no país de Cabo Verde.....Ore e Contribua.
O Missionário Johnson Domingos, é filho do Pastor Edinaldo Domingos, que preside a Assembleia de Deus na cidade de Paraú-RN
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Lição 06 - A PECAMINOSIDADE HUMANA E A SUA RESTAURAÇÃO A DEUS
Texto Áureo: Jo.
Rm. 3.23 – Texto Bíblico Básico: Rm. 5.12-21
BARBOSA, J. R. A.
INTRODUÇÃO
Na lição de hoje estudaremos a
respeito da pecaminosidade humana, a esse respeito, como bem destacou
Chesterton, se há uma doutrina bíblica que pode ser comprovada essa é a do
pecado. Inicialmente apresentaremos a origem do pecado, em seguida, sua
natureza, e por fim, suas consequências. Destacaremos também que Deus preparou
um plano para a restauração da humanidade, e que esse se concretizou em Cristo,
através do Seu sacrifício expiatório na cruz do calvário.
1. A ORIGEM DO PECADO
O pecado originou-se na livre escolha
das criaturas de Deus (Ap. 12.9), tanto de Satanás, a antiga serpente, quando
por Adão e Eva (Gn. 3). Depois da queda de Adão e Eva, os homens tornaram-se
pecadores por natureza e vivem num mundo em que forças poderosas os induzem a
pecar. Antes de qualquer coisa, é preciso ressaltar que o pecado do homem não
tem sua origem em Deus (Tg. 1.13-14). O pecado é, antes de tudo, resultante da
escolha da pessoa que o comete (Gn. 3.4,5). Depois da queda de Adão, existe, no
ser humano, uma natureza, que Paulo denomina de carnal (Rm. 7.18; Gl. 5.16-24)
que se opõe ao espírito. Essa natureza é a vida egocêntrica, a negação ou a
rejeição de Deus, é portanto, uma inclinação, uma tendência, uma predisposição
para o pecado e para deixar de fazer a vontade de Deus.
2. A NATUREZA DO PECADO
No Antigo Testamento, o pecado
significa: 1) errar o alvo (Gn. 4.7), isto é, ser achado em falta diante de
Deus; 2) egoísmo que leva os homens a oprimirem seus semelhantes (Gn. 6.11; Ez.
7.23; Pv. 16.29); 3) transgressão contra a Lei da Santidade (Sl. 37+38; 51.13;
Is. 53.12). No Novo Testamento, o pecado é: 1) uma dívida (Mt. 6.12) a qual o
homem é incapaz de pagar por si mesmo; 2) iniquidade, que literalmente, é
desordem (I Jo. 3.4); 3) desobediência (Hb. 2.2; Lc. 8.18); 4) transgressão, ou
ir além do limite estabelecido por Deus (Rm. 4.15); 5) queda no padrão de
conduta (Ef. 1.7); 6) impiedade, que se concretiza no descaso a Deus e às
coisas sagradas (Rm. 1.18; II Tm. 2.16) e 7) erro – pecados cometidos por
ignorância (Hb. 9.7).
3. AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO
Como consequência, o pecado leva o
homem a fragilidade espiritual, na medida em que: 1) acontece uma desfiguração
da imagem divina (Gn. 9.6; Tg. 3.9); 2) a transmissão da natureza pecaminosa
aos descendentes (Sl. 51.5); 3) discórdia interna – disputa interior que leva o
homem à fragmentação do eu (Rm. 7.24); 4) a morte física e espiritual (Gn.
2.17; Rm. 3.23; 6.23). Conforme o relato de Gn. 3, o pecado trouxe
conseqüências: 1) para a serpente (Gn. 3.14), 2) sobre Satanás (Gn.
3.15); 3) sobre Eva e as mulheres (Gn. 3.16); 4) sobre Adão e os homens
(Gn. 3.17-19); 5) sobre toda a humanidade (Gn. 3.20-24).
4. O PECADO NA VIDA DO CRENTE
O crente não está isento de pecar (I
Jo. 1.8-10), contudo, seu padrão de vida deve ser andar na luz (I Jo. 1.7).
Para que isso aconteça, precisa meditar na Palavra de Deus (Sl. 119.11). Ao
viver em pecado, o cristão: 1) perde a comunhão com Deus (I Jo. 1.6); 2) é
excluído da comunhão com os irmãos da igreja local (I Co. 5.4-5); 3) recebe a
disciplina de Deus (Hb. 12.6) e, em alguns casos, 4) a morte física (I Co.
11.30). É preciso portanto, que o crente dê lugar ao arrependimento, confesse o
seu pecado a Deus, e o abandone (I Jo. 1.9).
5. A RESTAURAÇÃO DA HUMANIDADE
O pecado é universal, Paulo é
enfático ao declarar que todos pecaram (Rm. 3.23), mas nem tudo está perdido,
pois Deus preparou um plano para restaurar a humanidade. O mesmo Paulo assegura
que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna
em Jesus Cristo (Rm. 6.23). Essa é uma demonstração da graça de Deus, pois Ele
prova seu amor Seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós,
sendo nós ainda pecadores, e indignos desse favor (Rm. 5.8). Em Jo. 3.16, nos
deparamos com a Bíblia em miniatura, que expressa o plano salvífico de Deus, ao
declarar que Deus amou o mundo de tal maneira que Deus Seu Filho Unigênito para
todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
CONCLUSÃO
O homem foi criado como um ser bom e
reto, como depreendemos da declaração de Gn. 1.26-31, contudo, por transgressão
voluntária, o homem caiu, incorrendo não somente na morte física, mas também na
morte espiritual, isto é, na separação de Deus (Gn. 1.26,27; 2.17; Rm.
5.12-19). Apesar de tudo, podemos ter a certeza que a provisão do Senhor em
Jesus Cristo é suficiente para salvar a todos que nEle confiam, pois Ele, como
bem expressou João Batista, é o “cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”
(Jo. 1.29).
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, J. R. A. O Cremos da
Assembleia de Deus. São Paulo: Reflexão, 2017.
SOARES, E. A razão da nossa
fé. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
sábado, 29 de julho de 2017
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Subsídio Escola Dominical - Lição 05 / CPAD / A IDENTIDADE DO ESPÍRITO SANTO.
Texto Áureo: Jo.
14.6 – Texto Bíblico Básico: Jo. 1.1-14
INTRODUÇÃO
Na lição de hoje estudaremos a
respeito da identidade do Espírito Santo, inicialmente destacaremos a
identidade do Espírito Santo, enfatizando seus símbolos, e sua atuação na
experiência humana. Ao final, abordaremos um dos temas mais controvertidos em relação
a essa doutrina, o pecado contra o Espírito Santo. Nesse contexto, é importante
defender que o Espírito Santo não é apenas uma força ativa, ou mesmo uma
energia, mas uma pessoa que faz parte da Trindade.
1. A IDENTIDADE DO ESPÍRITO SANTO
O Espírito Santo tem nomes divinos,
atributos divinos lhe são aplicados, Ele é eterno, onipresente, onipotente e
onisciente (Hb. 9.14; Sl. 139.7-10; Lc. 1.35; I Co. 2.10,11), obras divinas lhe
são atribuídas tais como criação, regeneração e ressurreição (Gn. 1.2; Jó.
33.4; Jo. 3.5-8; Rm. 8.11). Há quem defenda que o Espírito Santo não passa de
uma força ou influência, algo contrário à revelação das Escrituras, onde vemos
que Ele tem personalidade: pensa (Rm. 8.27); tem vontade (I Co. 12.11),
sentimento (Ef. 4.30); revela (II Pe. 1.21); ensina (Jo. 14.26); clama (Gl.
4.6); intercede (Rm. 8.26); fala (Ap. 2.7); ordena (At. 16.6,7); testifica (Jo.
15.26), entristece (Ef. 4.30), contra ele se pode mentir (At. 5.3) e blasfemar
(Mt. 12.31,32). Além de Espírito Santo, Ele é chamado de Espírito de Cristo
(Rm. 8.9), Consolador (Jo. 14.6), Espírito da Promessa (Ez. 36.7; Jl. 2.28),
Espírito da graça (Hb. 10.29; Zc. 12.10), Espírito de vida (Rm. 8.2; Ap. 11.11)
e Espírito de adoção (Rm. 8.15).
2. OS SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO E A
EXPERIÊNCIA HUMANA
Ao longo da Bíblia, o Espírito Santo
nos é apresentado por meio de símbolos. Um símbolo, de acordo com o Dicionário
Houaiss da Língua Portuguesa, “aquilo que, por um princípio de analogia formal
ou de outra natureza, substitui ou sugere algo”. Os símbolos bíblicos que
apontam para o Espírito Santo, são: fogo (Is. 4.4; Jr. 20.29); vento (Ez.
37.7-10; Jo. 3.8; At. 2.2); água (Ex. 17.6; Ez. 36.25-27; 47.1; Jo. 3.5; 4.14;
7.38, 39); selo (Ef. 1.13; II Tm. 2.19); pomba (Mt. 3.16). É o Espírito Santo
convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo. 16.7-11), afinal, a
regeneração é um ato do Espírito (Jo. 3.3; I Co. 6.17-19; Rm. 8+9), o qual
passa a habitar no crente após sua conversão (Jo. 14.17; Rm. 8.9; I Cr. 6.19;
II Tm. 1.14; I Jo. 2.27; Cl. 1.27; I Jo. 3.24; Ap. 3.20). A atuação do Espírito
efetua a obra da santificação, já que aqueles que nasceram da Palavra de Deus
(I Pe. 1.23) devem desejar o crescimento (I Pe. 2.2), quando, com o crente, é
produzido o Fruto do Espírito (Gl. 5.22). O Espírito Santo também nos reveste
de poder para sermos testemunhas de Cristo (At. 1.8; 2.1-4).
3. PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO
Como o Espírito Santo tem
personalidade, podemos pecar contra Ele. Os pecados que nos são apresentados na
Bíblia são os seguintes: resistência (At. 7.51) – quando as pessoas se dispõem
a dar ouvidos à Palavra de Deus; agravo (Hb. 10.29) – quando alguém que creu no
evangelho vem a se distanciar, apostatando; entristecimento (Ef. 4.30,31); -
efetivado pelo crente quando dar lugar ao pecado ao invés do Espírito; a
mentira (At. 5.3) – quando alguém, dominado por Satanás, tenta enganar
Espírito; a extinção (I Ts. 5.19) – quando o crente abafa a manifestação do
Espírito Santo para a edificação do corpo de Cristo; e a blasfêmia (Mt. 12.31)
– que é a negação continua da operação de Deus por intermédio de Cristo. É
comum as pessoas ficarem preocupadas se pecaram contra o Espírito Santo, quando
isso acontece é uma demonstração de que esse pecado não aconteceu. Isso porque
o pecado contra o Espírito Santo é uma negação obstinada da sua atuação, que
impede o pecado de arrepender-se, e de se voltar para o Pai, através do Filho,
Jesus Cristo.
CONCLUSÃO
O Espírito Santo não é uma mera
força, mas uma pessoa divina, cujos atributos de eternidade, onipotência,
onipresença e onisciência mostram ser, Ele, a terceira Pessoa da Trindade. A
Bíblia está repleta de símbolos que apontam para a manifestação do Espírito
Santo na experiência humana, no convencimento, na regeneração, na santificação
e na ministração no corpo de Cristo. Devemos ter o cuidado de não pecarmos
contra o Santo Espírito, decaindo da graça, e entrando pelo caminho da
apostasia, para que isso não venha a acontecer, o segredo é, sempre, andar no
Espírito (Gl. 5.22).
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, J. R. A. O Cremos da
Assembleia de Deus. São Paulo: Reflexão, 2017.
SOARES, E. A razão da nossa
fé. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
Postado por José Roberto A. Barbosa às 8:29:00 AM
segunda-feira, 24 de julho de 2017
EMITES realizará mais um Culto de Envio.
A EMITES, que está acontecendo na cidade de Caicó-RN, realizará o Culto de Envio das equipes Missionárias, que serão enviadas as cidades e comunidades rurais da região do Seridó, para anunciarem a Cristo!
O Culto acontecerá nas dependências da Escola Severino Brito, no dia 25/07 às 18:30hs
Pastor Edinaldo Domingos
segunda-feira, 17 de julho de 2017
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